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Pipo

Tipos de Restaurantes: Bares variados

Veja Rio:

Endereço: Rua Dias Ferreira, 64 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ ver no mapa

Horário:

segunda-feira 19:00 - 23:00

terça-feira 12:30 - 23:00

quarta-feira 12:30 - 23:00

quinta-feira 12:30 - 23:00

sexta-feira 00:00 - 00:00

sábado 00:00 - 00:00

domingo 12:00 - 18:00

Estabelecimento fechado

Resenha por Veja Rio

Ocupar uma mesa do premiado Oro, eleito neste ano o reduto da melhor sobremesa da cidade, é privilégio para poucos. Além das cifras altas, o ambiente formal pode intimidar. Chef e dono do restaurante, Felipe Bronze sabe disso. Tanto que, na criação de seu novo estabelecimento, optou pelo universo mais descontraído de um bar. No primeiro ano de vida, o Pipo abiscoitou o título da categoria estreante de melhor gastrobar. Suas armas são as técnicas de cozinha inventivas usadas por Bronze. Na casa onde a turma de bermuda é bem-vinda, o cozinheiro faz estripulias em torno de clássicos de boteco. O caldinho de feijoada (R$ 9,00) é coroado por espuma de couve. Parte de um menu degustação (R$ 89,00, cinco etapas), o popular pão com ovo tem gema caipira cozida em b­­­anho-maria com espuma de parmesão. Desfiada, a rabada ganha aspecto delicado no prato, ao lado de miniarroz e maxixe (R$ 35,00). O ostrix (R$ 29,00, duas unidades), atração na seção de sanduíches, de boteco não tem nada, mas é simplesmente delicioso. Traz, entre fatias de pão, ostras empanadas, maionese do molusco e picles de cebola. Nos bebes, o belém bellini (R$ 25,00) substitui o pêssego do bellini original pelo azedinho taperebá na mistura com o espumante. A caipiPipo (R$ 19,00) de limão é adoçada com rapadura e ganha um toque de especiarias. Sugestão própria na carta de cervejas, a pipo pale ale (R$ 25,00; 600 mililitros) é maltada e aromática. Mais uma dica: o balcão fica de frente para a cozinha. Apoie os cotovelos e acompanhe os trabalhos da equipe campeã. (48 lugares).

    Ocupar uma mesa do premiado Oro, eleito neste ano o reduto da melhor sobremesa da cidade, é privilégio para poucos. Além das cifras altas, o ambiente formal pode intimidar. Chef e dono do restaurante, Felipe Bronze sabe disso. Tanto que, na criação de seu novo estabelecimento, optou pelo universo mais descontraído de um bar. No primeiro ano de vida, o Pipo abiscoitou o título da categoria estreante de melhor gastrobar. Suas armas são as técnicas de cozinha inventivas usadas por Bronze. Na casa onde a turma de bermuda é bem-vinda, o cozinheiro faz estripulias em torno de clássicos de boteco. O caldinho de feijoada (R$ 9,00) é coroado por espuma de couve. Parte de um menu degustação (R$ 89,00, cinco etapas), o popular pão com ovo tem gema caipira cozida em b­­­anho-maria com espuma de parmesão. Desfiada, a rabada ganha aspecto delicado no prato, ao lado de miniarroz e maxixe (R$ 35,00). O ostrix (R$ 29,00, duas unidades), atração na seção de sanduíches, de boteco não tem nada, mas é simplesmente delicioso. Traz, entre fatias de pão, ostras empanadas, maionese do molusco e picles de cebola. Nos bebes, o belém bellini (R$ 25,00) substitui o pêssego do bellini original pelo azedinho taperebá na mistura com o espumante. A caipiPipo (R$ 19,00) de limão é adoçada com rapadura e ganha um toque de especiarias. Sugestão própria na carta de cervejas, a pipo pale ale (R$ 25,00; 600 mililitros) é maltada e aromática. Mais uma dica: o balcão fica de frente para a cozinha. Apoie os cotovelos e acompanhe os trabalhos da equipe campeã. (48 lugares).