Olympe (Desde 2003)

Tipos de Restaurantes: Cozinha contemporânea, Franceses
Veja Rio
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Endereço: Rua Custódio Serrão, 62 - - Jardim Botânico - Rio de Janeiro - RJ ver no mapa
Telefone: (21) 25394542
Horário:
segunda-feira
19:30 - 00:00
terça-feira
19:30 - 00:00
quarta-feira
19:30 - 00:00
quinta-feira
19:30 - 00:00
sexta-feira
12:00 - 16:00 - 19:30 - 00:00
sábado
19:30 - 00:00
domingo
Fechado
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Lugares/Capacidade total (42)

Resenha por Fabio Codeço

Desde a transição do comando da cozinha de Claude Troisgros para seu filho Thomas, em 2016, a casa migrou das especialidades francesas para uma gastronomia mais autoral, praticada com ingredientes brasileiros. Por lá, degustam-se cada vez mais criações com a assinatura do cozinheiro, representante da quarta geração de respeitada linhagem de chefs. Na atual linha contemporânea, o sistema à la carte foi extinto: há apenas opções de menu degustação. O criação (R$ 250,00) sugere dois pratos e sobremesa, enquanto o menu confiance pode ter cinco (R$ 390,00 ou R$ 590,00, com harmonização) ou sete etapas (R$ 450,00 ou R$ 650,00). Há ainda um serviço vegetariano (R$ 390,00). As sugestões mudam, mas já existem alguns favoritos. É o caso do tartare de wagyu com lardo, mel, anchova, kimchi e ovo, do delicioso tortellini de tubérculos em caldo de legumes tostados e da delicada vieira morna sobre sedoso purê de cará com coco, ao molho de tucupi com caviar. A presença do patriarca é lembrada na ala doce por seu tradicional creme passion, receita preparada há mais de três décadas. Às sextas, o menu executivo oferece entrada e prato principal por R$ 150,00. Com a sobremesa incluída, o preço passa para R$ 175,00.

    Comer e beber

    • 2016 - Vencedor

      Melhor restaurante de Alta Gastronomia Comer & Beber .

      Há algum tempo, o rótulo de "restaurante francês" já não é suficiente para definir o salão mais sofisticado do chef Claude Troisgros. Na casa de tijolinhos no Jardim Botânico, o mestre-cuca desenvolve, ao lado do filho, Thomas, uma cozinha autoral, de base francesa, mas fortemente influenciada por ingredientes brasileiros. Nesta disputa, a dupla superou o campeão do ano passado, Eleven Rio, além do Oro e do Mee. O caminho para o reconhecimento do júri passou pela extinção do sistema à la carte: o comensal encontra variadas opções de menu degustação: o criação, com quatro (R$ 330,00) ou cinco (R$ 390,00) etapas, o vegetariano (R$ 390,00) e o confiance (R$ 450,00), ambos, percursos de sete pratos. Na mudança mais recente, pedidas clássicas deram lugar a criações originais, como a vieira servida sobre sedoso purê de cará com coco, ao molho de tucupi com caviar, e o robalo de pele crocante guarnecido de salada de palmito, aipo, limão e pimenta dedo-de-moça, além de delicioso consomê de shiitake com bacon. Em outra solução arrojada, a língua bovina ganha duas texturas, ladeada por purê de inhame, repolho-roxo e mostarda de Dijon. Na ala doce, o tradicional crepe passion, receita com a família desde 1982, consiste em uma massa fofa recheada de creme de confeiteiro e molho de maracujá. Esse hit das sobremesas ganhou a concorrência da surpreendente reunião de broa embebida na cachaça envelhecida (versão da babá ao rum), sorvete de milho verde, cupuaçu e broto de agrião. No almoço de terça a sexta, o menu executivo oferece entrada e prato principal por R$ 150,00 - com a sobremesa, o valor sobe para R$ 175,00. As sugestões mudam a cada semana.

    • 2014 - Vencedor

      Melhro Francês Comer & Beber .

      O salão mais requintado da família Troisgros, em uma charmosa esquina do Jardim Botânico, serve alta gastronomia, baseada na escola francesa mas com um toque de influência contemporânea. O cardápio abriga receitas criadas em conjunto pelo patriarca, Claude Troisgros, e por seu filho Thomas, o titular da cozinha. Uma forma de apreciá-las é optar pelo menu criação (R$ 260,00), a degustação de cinco sugestões à escolha do comensal, incluindo a sobremesa. Com a excelência habitual, o serviço oferece opções instigantes, como os lagostins envolvidos em batata-doce crocante, escoltados por minifolhas orgânicas, o bacalhau imperial em lascas, guarnecido de fatias finas de queijo da Serra da Canastra e nhoque de batata-roxa, bem-vinda ousadia, ou o wagyu (gado nobre de origem japonesa) assado por 48 horas, coberto por um molho denso de feijão, acompanhado de mirtilo e aipim folhado. Outro caminho é solicitar pratos avulsos na seção que elenca os clássicos de Troisgros. Pertencem a essa lista a codorna recheada de farofa de cebola e passas, ladeada por acelga confit e molho agridoce (R$ 115,00), e o delicioso crepe de maracujá (R$ 29,00). A casa passou a abrir no almoço de segunda a sexta, com menu de entrada, prato e sobremesa a R$ 125,00.

    • 2013 - Vencedor

      Melhor Francês Comer & Beber .

      Prestigiados colegas nascidos na França e radicados no Rio disputam o topo na categoria. Após duas derrotas consecutivas para seu principal oponente - o Le Pré Catelan, casa do chef Roland Villard -, o mais sofisticado endereço carioca de Claude Troisgros volta a experimentar o sabor da vitória. O retorno foi triunfal. Além de obter o título de melhor francês, conquistado pela sexta vez, a casa do Jardim Botânico, em votação inédita, foi eleita o melhor restaurante da cidade segundo o júri do especial "Comer & Beber". A dupla consagração premia mudanças operadas nos últimos tempos. Entre elas, a chegada de Thomas Troisgros, filho de Claude, ao posto de chef de cozinha. Fechado em dezembro, o Olympe reabriu em março, depois de uma reforma orientada pelo arquiteto Ricardo Hachiya. O pequenino salão ficou ainda mais acolhedor, com paredes de madeira e iluminação suave de Maneco Quinderé. Junto com o novo ambiente surgiu uma esplêndida seleção de receitas criadas em família, a quatro mãos. São pratos de toque moderno, executados com maestria. Receita ousada, a vieira grelhada, escoltada por doce de leite e farofa de palmito pupunha, é uma soberba dica de entrada. O arrojo segue o mesmo em pratos como o bacalhau em lascas, servido com fatias finas de queijo da Serra da Canastra e nhoque de batata-roxa. Ambos fazem parte do menu criação (R$ 260,00), degustação em cinco etapas, incluindo a sobremesa. Também é possível optar por um percurso à la carte. Essa alternativa permite revisitar clássicos do patriarca, a exemplo do cherne grelhado servido sobre banana- d¿água caramelada, molho de passas e purê de batata-baroa (R$ 115,00).

      Fabio Codeço

    • 2010 - Vencedor

      Melhor Francês Comer & Beber .

      Quando não está nas gravações do programa Que Marravilha, do GNT, ou em consultorias ou expedições mundo afora para pesquisar ingredientes, é neste restaurante do Jardim Botânico que o chef "franco-carrrioca" Claude Troisgros desfia sua apurada técnica culinária. Integrante de uma linhagem nobre da gastronomia mundial, ele está radicado no Rio há 31 anos. Aqui, lançou as bases da nouvelle cuisine brasileira, movimento em que usa técnicas de seu país para dar novos sabores a produtos bem nacionais. Todo esse talento está à mostra no Olympe, onde se pode optar entre dois cardápios. Um deles é dedicado a pratos de sua lavra que se tornaram clássicos. Vale a pena experimentar a codorna recheada com farofa de cebola e passas, acelga confit, minicebola e molho de jabuticaba (R$ 95,00), receita criada para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No menu "criatividade", Claude abre espaço para atrações sazonais, caso do atum empanado com daikon (nabo japonês) marinado na companhia de sorvete salgado de gengibre e pimenta dedo-de-moça mais baby rúcula (R$ 53,00). Em breve, ele passará a receber a contribuição do filho, Thomas Troisgros, que saiu do 66 Bistrô para cozinhar ao lado do pai no melhor francês da cidade.

    • 2009 - Vencedor

      Restaurantes Chef do ano (Claude Troisgros) Comer & Beber .

      Neste ano em que celebra três décadas de Brasil, o cozinheiro franco-carrrioca Claude Troisgros tem viajado um bocado. Em abril, embarcou para a Nova Zelândia, onde percorreu de motor home vinícolas locais. No mês seguinte foi conhecer a China, atendendo a um convite para organizar eventos em Pequim e Xangai. Seu roteiro prosseguiu em julho pela Amazônia. Lá, produziu uma série sobre a riqueza gastronômica da região para o programa Menu Confiança, que apresenta no canal GNT ao lado da sommelier Deise Novakoski. Tirou folga em setembro e visitou o pai em Roanne, na França. Voltou para cá com ideias para reformular os itens de seus três restaurantes na cidade: o Olympe, dedicado à alta gastronomia, o 66 Bistrô e a CT Brasserie. Esta casa, que leva suas iniciais, aberta em novembro de 2008, é a mais informal das três. Com ambiente característico das brasseries francesas, fica sob o comando do bretão Didier Labbé, cozinheiro experiente vindo da Califórnia. Em menos de um ano de funcionamento, o estabelecimento levou o título de a melhor cozinha francesa da cidade e ajudou Troisgros a ganhar a eleição como o chef número 1 do Rio de Janeiro.

    • 2008 - Vencedor

      Melhor Francês Comer & Beber .

      Uma finíssima e delicada massa cobre o recheio cremoso que desliza na boca junto aos cristais de flor de sal (R$ 44,00). Pérolas de tapioca que lembram um caviar coroam o tartare de atum servido com o inusitado granité de gaspacho condimentado com gengibre (R$ 53,00). A banana-d’água dourada com caramelo funciona como uma espécie de tripé para o cherne temperado ao molho de passas (R$ 92,00). Claude Troisgros é incansável. Aos 52 anos, 29 deles dedicados a exercer a profissão à beira-mar, o chef “franco-carrrioca”, que fez da combinação da gastronomia francesa com ingredientes brasileiros sua maior marca, continua a encantar paladares com as mais perfeitas execuções de clássicos perpetuados ao longo de sua brilhante e premiada carreira. Sem perder o sotaque, apaixonado por esportes radicais, simpático freqüentador dos botecos do Rio, ele está sempre em busca de novos produtos e técnicas para a seção do cardápio em que expõe sua verve mais criativa. Acaba de sair do forno o pato caramelizado com caju e sua castanha acompanhado de risoto cremoso de quinoa (R$ 93,00).

    • 2007 - Vencedor

      Melhor Francês Comer & Beber .

      Batizada com o nome de sua mãe — pronuncia-se o-lam-pe —, esta casa no Jardim Botânico é o endereço onde Claude Troisgros coloca à prova o ousado cruzamento entre técnicas francesas clássicas e produtos brasileiros. Herdeiro da mais famosa linhagem gastronômica do mundo, o chef francês divide suas receitas em dois capítulos. No primeiro exibe criações mais tradicionais, como a musse de agrião enrolada em panqueca crocante (R$ 38,00), criada em 1982 para o Roanne, e o pargo crocante com berinjela confit ao mel e vinagrete de xerez ao molho de pimenta dedo-de-moça (R$ 82,00), servido em 1997 num banquete para o então presidente americano Bill Clinton. Na segunda parte aparecem as invenções mais recentes. Saem da cozinha receitas autorais, atualizadas com novas tendências. O chef francês desafia e estimula o paladar através do contraste do tartare de atum com raspas de bottarga, pepino crocante e vinagrete de raiz-forte (R$ 44,00). E é igualmente bem-sucedido no preparo das vieiras grelhadas com tomate confit sob caviar de tapioca e vinagrete de limão siciliano e ervas (R$ 46,00).

    • 2006 - Vencedor

      Melhor Francês Comer & Beber .

      Claude Troisgros é elegante, sem ser pretensioso. Sofisticado na medida certa, como um legítimo francês, com alma carrrioca. E capaz de se reinventar com qualidade e criatividade a todo tempo. Quando chegou ao Rio, para comandar o Le Pré Catelan, no Sofitel, há mais de 25 anos, começou uma revolução ao fazer o casamento das técnicas clássicas francesas com produtos brasileiros. Acostumado a usar ingredientes frescos, trouxe para sua cozinha o que tinha de mais viçoso na feira da esquina. Era a opção natural. Foie gras e escargots ganharam a companhia de batata-baroa, jiló e maracujá. Na abastada casa do Jardim Botânico, Claude continua sua excursão pelos sabores regionais, construindo um delicado universo de cores, aromas e texturas. É assim com o novo namorado empanado em croûton com juliana de legumes e vinagrete de tucupi, suco extraído da mandioca num processo de origem indígena muito comum na Amazônia (foto), a R$ 78,00. Ao lado de pratos como este, expostos no capítulo de receitas que exploram a criatividade do chef, um verdadeiro patrimônio culinário, estão suas especialidades, perpetuadas ao longo de mais de duas décadas no Brasil, como a codorna FHC, recheada com uma brasileiríssima farofa de cebola e passas, ao molho de jabuticaba (R$ 76,00). Marrravilha!

    • 2004 - Vencedor

      Melhor Francês Comer & Beber .

      Claude Troisgros passou metade do ano de 2003 com seu restaurante, no Jardim Botânico, de portas fechadas. De maio a dezembro, o interior da casa que ele ocupa há vinte anos foi totalmente reformado. A cozinha foi ampliada e tornou-se aparente. O salão foi redesenhado. A decoração mudou. “Queria algo jovem e descontraído como eu, que sou adepto de esportes radicais”, brinca o chef. Reinaugurado, o restaurante passou a se chamar Olympe, uma homenagem à mãe do chef. Na gastronomia, as mudanças foram bem menos radicais. “Não há nenhuma diferença”, garante Claude. Ele aproveitou para criar dois menus em um. No lado esquerdo estão as Especialidades, clássicos que ele não consegue deixar de oferecer, como a codorna recheada com farofa de cebola e passas, ao molho de jabuticaba (R$ 68,00), criada para regalar o paladar do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No lado direito está a Criatividade, ou melhor, as invenções do chef, alteradas trimestralmente, como o robalo grelhado com farofa de cream cracker e frutas tropicais (R$ 68,00) e a cavaquinha com batatas ao murro (R$ 82,00). “O chef Claude voltou neste ano com força total, podendo ser encontrado diariamente à frente dos fogões, com uma cozinha inspirada, de grande técnica e alta qualidade”, diz o empresário Naum Ryfer, do júri de Veja Rio.

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