Ladeira da Misericórdia pode ser tombada no próximo dia 27

Esse patrimônio da maior importância, no Centro, é maltratado por flanelinhas e estacionamento irregular

 (FELIPE FITTIPALDI/Veja Rio)

Em 1567, passados dois anos da fundação do Rio, após sangrentas batalhas contra franceses e tamoios, Mem de Sá decidiu, sensatamente, que era hora de mudar-se para um lugar mais alto e seguro. Palco da refundação da cidade, o Morro do Castelo acabou apagado da paisagem. Do sítio histórico, derrubado em 1922, só restou o trecho de cerca de 50 metros de piso pé de moleque, último vestígio da Ladeira da Misericórdia, o principal acesso ao alto do morro. Esse patrimônio da maior importância, no Centro, colado à Igreja Nossa Senhora de Bonsucesso, é maltratado por flanelinhas e estacionamento irregular, mas o péssimo exemplo está com os dias contados. O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural apreciará em sua próxima reunião, no dia 27, em Brasília, o pedido de tombamento do bem pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Da aprovação resultarão bem­-vindas medidas de proteção à área.

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