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Autoridades investigam suspeita de reinfecção por coronavírus no Rio

Moradora de Volta Redonda, paciente teria se reinfectado em agosto

Por Agência Brasil
27 ago 2020, 11h42 •
Ilustração mostra a representação do vírus da Covid-19
Covid-19: ao todo, são 70 000 mortes no estado desde março de 2020 (Pixabay/Reprodução)
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  • Autoridades sanitárias investigam se uma mulher de 39 anos, moradora de Volta Redonda, se reinfectou com o novo coronavírus. A suspeita foi informada nesta quarta (26) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro.

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    Segundo a Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da SES, a mulher mora no município do Sul Fluminense, mas trabalha em Angra dos Reis e na capital. Ela teria contraído o vírus pela primeira vez em maio e adoecido novamente em agosto. O caso está sendo investigado pela SES, em parceria com os três municípios e o Ministério da Saúde.

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    A possibilidade de se infectar mais de uma vez pelo novo coronavírus vem sendo objeto de estudos ao redor do mundo. A Fiocruz, por meio da parceria entre o Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz), o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) e o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) desenvolve pesquisa sobre o tema.

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    Segundo a fundação, a pesquisa ainda não produziu dados conclusivos. Assim que os resultados forem obtidos e publicados, de forma segura, a instituição irá divulgar os dados.

    Hong Kong

    Pesquisadores da Universidade de Hong Kong, na China, anunciaram nesta semana que confirmaram um caso de reinfecção pelo novo coronavírus. O homem, de 33 anos, contraiu o vírus pela segunda vez neste mês depois da primeira infecção, em março.

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    Em resposta a jornalistas na entrevista coletiva da última segunda-feira (24), a líder técnica para covid-19 da Organização Mundial de Saúde, Maria Van Kerkhove, destacou que a documentação da reinfecção em Hong Kong é importante, mas pediu cautela. “Não podemos pular para nenhuma conclusão”, disse ela, que lembrou que a confirmação foi a primeira em quase 24 milhões de casos e destacou que há pesquisas em curso em todo o mundo acompanhando a resposta imune desenvolvida por pessoas que tiveram covid-19.

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