Os melhores restaurantes de comida brasileira no Rio

Feijoada, frutos do mar, receitas regionais e releituras criativas: do premiado Rudä a outros destaques, onde provar o melhor da gastronomia brasileira

Por Alessandra Carneiro, Carolina Isabel Novaes, Kamille Viola, Maria Helena Esteban e Tavinhu Furtado 13 jun 2026, 13h01 | Atualizado em 14 jun 2026, 14h00
Mesa de madeira com pratos de frutos do mar: risoto com camarões e fitas de cenoura, panela de mexilhões e pão torrado, e bolinhos fritos com creme e folhas verdes
Rudä: assinatura autoral que extrai o máximo de cada produto sem abrir mão da informalidade (Tomás Rangel/Veja Rio)
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Em diferentes bairros da cidade, chefs revisitam ingredientes nativos, receitas afetivas e tradições regionais com criatividade e técnica, transformando a identidade gastronômica do país em experiências memoráveis. Neste roteiro, reunimos alguns dos melhores restaurantes brasileiros que celebram os sabores do Brasil — entre eles o Rudä, eleito o melhor Restaurante Brasileiro no prêmio VEJA RIO COMER & BEBER 2026/2027 — em versões que vão do conforto da comida de raiz à alta gastronomia autoral.

Rudä – RESTAURANTE BRASILEIRO 2026/2027

Em um país de dimensões continentais, cozinhar com identidade brasileira significa lidar com um universo vasto de referências, memórias e ingredientesO Rudä encontrou justamente nessa diversidade sua maior força: a casa de Danilo Parah combina técnica apurada e sotaque nacional em pratos que valorizam o sabor acima de tudo.

Com passagens por restaurantes estrelados como o Olympe, de Claude Troisgros, e o Mirazur, na França, o chef imprime uma assinatura autoral que extrai o máximo de cada produto sem abrir mão da informalidade: “Estamos em um momento muito especial da casa, principalmente no que diz respeito à técnica e ao produto”, celebra o tricampeão em VEJA RIO COMER & BEBER. A proposta segue ancorada na chamada “mesa cheia”, com preparos para compartilhar e sabores que transitam por diferentes regiões do país com criatividade e precisão. Entre as entradas, as conchas brasileiras (R$ 65,00) com molho cremoso de cachaça evocam o litoral com elegância.

Nos principais, o baião de dois de costela (R$ 105,00) surge potente e reconfortante, enquanto o camarão na moranga (R$ 139,00) revela técnica e delicadeza. Até em receitas de inspiração estrangeira há espaço para subversões bem brasileiras, como no mac’n cheese de queijos nacionais (R$ 79,00), que leva fonduta de pardinho, nuvem de tulha e farelo de pão crocante.

A carta de coquetéis também carrega sotaque verde-amarelo, com o salvo pelo gongo (R$ 41,00), com rum Parnaioca, jambuzada de abacaxi, hidromel de jataí, geleia de abacaxi com hortelã e limão-siciliano. Para fechar, a torta de queijo rudä (R$ 42,00) é uma releitura do clássico romeu e julieta que combina doçura, acidez e textura na medida certa. Rua Garcia d’Ávila, 118, Ipanema,  98385-7051 (60 lugares). 12h/0h (dom. a ter. até 23h).  @ruda.restaurante. Aberto em 2023. $$$ 

 

Academia da Cachaça.

Vencedora de VEJA RIO COMER & BEBER 2025 na categoria feijoada, a empreitada é referência em comida brasileira. Da decoração verde e amarela às garrafas de cachaça nas paredes, passando pela trilha sonora ó em alguns dias rola até chorinho ó, as duas casas oferecem receitas típicas. O escondidinho de charque (R$ 49,00 o pequeno), sobrepondo camadas de purê de aipim, carne seca e requeijão gratinado, é o campeão de vendas. Já a feijoada (R$ 198,00, para dois) ainda vem com melzinho, cachaça envelhecida com mel e limão. O carpaccio de carne de sol (R$ 43,00) e o casquinho de caranguejo (R$ 35,00) são boas pedidas para quem quer só beliscar. Rua Conde de Bernardotte, 26, lojas E a G, Leblon, 2529-2680 (140 lugares). 12h/0h (sex. e sáb. até 1h; dom. até 22h). Avenida Nuta James, 65L, Barra, 2492- 1159 (116 lugares). 12h/23h (sex. e sáb. até 0h; dom. até 19h; fecha seg.). @academiadacachaca. $ Aberto em 1985.

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Aconchego Carioca.

Chamariz que atrai cariocas e turistas à Praça da Bandeira, o restaurante da chef Kátia Barbosa capricha nos sabores afetivos. Se a ideia for se divertir com as porções, aposte no bolinho de aipim que o próprio cliente recheia na mesa com bobó de camarão (R$ 46,20, seis unidades) e no peito bovino assado (R$ 40,40), guarnecido de pão de alho. Para matar fomes robustas, o camarão servido dentro do coco, acompanhado de arroz e farofa de dendê (R$ 174,80, para duas pessoas), e a feijoada (R$ 149,60, para duas pessoas), nunca saem de cena, para alívio dos frequentadores. A batidinha de limão (R$ 9,00, 50 mililitros) é um trago de brasilidade, também expressa nas sobremesas: o bolo gelado de coco (R$ 26,40) comprova. Não saia sem se deliciar com o legítimo e campeoníssimo bolinho de feijoada (R$ 44,20, quatro unidades). Rua Barão de Iguatemi, 245, Praça da Bandeira, 2273-1035 (76 lugares). 12h/23h (sex. e sáb. até 23h; dom. até 18h; fecha seg.). @aconchegocariocarj. $ Aberto em 2002.

Aprazível.

A vista para a Baía de Guanabara encanta, mas as maravilhas da cozinha de Ana Castilho fazem do lugar um destino certo em Santa Teresa. No abre-alas, o criativo guacamole de açaí (R$ 68,00), feito com a fruta temperada, pasta de castanha-de-caju, flor de sal e brotos, é servido com biju com extrato de jambu. O ossobuco de vitelo (R$ 190,00), guarnecido de polenta cremosa, quiabo salteado e crocante de grana padano, está entre as novidades, assim como o menu degustação de sete etapas (R$ 350,00 por pessoa, com adicional de R$ 300,00 para harmonizar com vinhos brasileiros), servido somente nas noites de quarta e quinta. A carta de bebidas exalta a brasilidade, com bom número de cachaças. Um exemplo de sucesso, o beijo de jambu (R$ 40,00) mistura abacaxi, limão e a performática jambuzada, que provoca o inconfundível tremor na língua. Tim-tim! Rua Aprazível, 62, Santa Teresa, 99797-3692 (280 lugares). 12h/23h (dom. até 18h; fecha seg.). @aprazivel. $ Aberto em 1997.

Dois de Fevereiro.

O perfeito encontro das águas da Guanabara com as da Baía de Todos-osSantos nasce da parceria do empresário Raphael Vidal com o midiático chef João Diamante, nascido em Salvador. No último domingo do mês, Diamante comanda o espetáculo à vista de todos: na porta do restaurante, ele prepara, numa paellera, o arroz odoyá (R$ 78,00), com frutos do mar. A brasilidade já começa na ala dos petiscos, com trios de minipastéis nos sabores de carne seca ou queijo (R$ 25,00); polvo com linguiça (R$ 30,00) e camarão com alho-poró (R$ 38,00). Para molhar a garganta, opte pela caipirinha (R$ 29,00), preparada em três versões: limão, caju e seriguela. A casa também é o paraíso das moquecas, servidas com arroz, farofa de dendê e pirão, que fazem a festa de uma ou duas pessoas (R$ 62,00 e R$ 120,00, respectivamente). Há opção vegetariana, com bananada-terra e palmito no lugar do peixe. Rua Sacadura Cabral, 79, Saúde (56 lugares). 11h30/15h (sex. e dom. até 17h; sáb. 12h/18h; fecha seg.). @dois.de.fevereiro. $ Aberto em 2022.

Joaquina.

Depois de uma reforma que durou seis meses ó mas só três dias de portas fechadas ó, a unidade do Leme foi totalmente renovada, reforçando a atmosfera brasileira que sempre guiou a casa. A decoração agora mistura referências de Minas e Bahia, num ambiente mais contemporâneo, bocadas. Entre as novidades, aparecem pedidas como o mini-hambúrguer de camarão (R$ 49,00), o crocante de aipim (R$ 52,00) e o memórias do sertão (R$ 76,00), mescla de carne-seca desfiada e refogada na manteiga de garrafa, queijo de coalho e feijão-fradinho. Firmes no coração dos clientes estão o bolinho de tapioca (R$ 46,00) e a carne-seca da bisa (R$ 76,00), desfiada e acebolada, acompanhada de tutu de feijão-vermelho. O cardápio funciona com perfeição para pedidos em casa. Não à toa, foi considerado o melhor delivery de VEJA COMER & BEBER. Rua Voluntários da Pátria, 448, Botafogo, 2535-2774 (120 lugares). 12h/23h; Avenida Atlântica, 974, Leme, 2275-8569 (85 lugares). 12h/23h. @joaquinabar. $ Aberto em 2007.

Risoto escuro com camarões, cenouras baby, bolinhas de queijo e folhas verdes, servido em prato claro sobre mesa de madeira, com garfo pegando uma porção
Joaquina é o vencedor de melhor delivery 2026/2027 (Lipe Borges/Divulgação)
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Maria e o Boi.

Cozinha com propósito, honrando a genuína tradição brasileira, mas sem deixar de ser moderna, rendeu à empreitada medalha de bronze na categoria brasileiro. Esse é o lema da chef Vanessa Rocha, pesquisadora incansável e autora de preciosidades como o caldinho de moqueca (R$ 34,00) com dendê defumado, servido com saladinha cítrica, e do criativo queijo de coalho (R$ 52,00), acompanhado de tahine fermentado de caju e chimichurri de cheiro. Novato no menu, o cupim assado por doze horas (R$ 84,00) desmancha a cada garfada e vem com polenta de tapioca e couve tostada. A régua de vinhos (R$ 41,00, com três taças de 50 mililitros), renovada quinzenalmente, é uma ótima oportunidade de viajar entre as 300 garrafas da adega com muitos rótulos nacionais. Não saia sem se deleitar com o manjar (R$ 40,00), que é de coco com cocada de manga, mas poderia ser “dos deuses”. Rua Maria Quitéria, 111, Ipanema, 3502-4634 (60 lugares). 12h/23h (sex. e sáb. até 0h; dom. até 22h). @mariaeoboi. $ Aberto em 2018.

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Marine.

O apelo da paisagem é inegável. À beira da piscina de borda infinita do hotel Fairmont, as mesas têm vista para a orla de Copacabana. O chef francês Jérôme Dardillac dá as boasvindas com um couvert (R$ 55,00) no qual a tradicional broa de milho é regada por azeite do Sul, requeijão cítrico e vegetais com flor de sal de Mossoró. As lâminas de peixe cru (R$ 90,00), com agridoce de maracujá, carambola, pimenta-decheiro e castanha-de-baru do Cerrado, são irrecusáveis. O protagonista muda de acordo com o que os pescadores fisgam. Na sequência, aposte na picanha (R$ 220,00) feita no carvão, regada com demi-glace de guaraná e acompanhada de um refinado e cremoso baião de dois. Sobremesas ao estilo do caju (R$ 80,00), reprodução perfeita da fruta, feita de chocolate branco pigmentado e servida com crumble crocante e caju caramelizado, garantem um final apoteótico. Avenida Atlântica, 4240, Copacabana (hotel Fairmont), 2525-1232 (120 lugares). 12h30/16h e 19h/23h. @fairmontrio. $ Aberto em 2019.

Pescados na Brasa.

Apelidados de embaixadores do Pará, Adriana Veloso e José Maria fecham a rua todo segundo domingo do mês no Riachuelo e promovem um carimbó como manda a tradição: com música ao vivo e saias rodadas para quem quiser dançar. O sucesso motivou uma segunda casa no Leblon, com variação de pratos e sem agitação. Peça um pastel de camarão (R$ 11,90), que pode vir com jambu ou catupiry. O tacacá (R$ 38,90), caldo com tucupi, jambu, camarão seco e goma de tapioca, chega na cuia e aquece a alma. Partindo para o principal, o pintado (R$ 187,90, para dois) é assado na brasa e acompanhado de arroz, pirão e baião de dois. Vale conferir o típico pato no tucupi (R$ 201,90, para duas pessoas), uma das novidades. E ainda tem pudim de açaí e de cupuaçu (R$ 29,90 cada um) para adoçar a experiência. Rua Vítor Meireles, 92, Riachuelo, 2239- 9540 (94 lugares). 11h/21h (seg. até 16h; dom. até 18h); Rua João Lira, 97, Leblon, 97895-6221 (88 lugares). 11h/23h (seg. até 16h; dom. até 18h). @pescadosnabrasa. $ Aberto em 2019.

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Um prato de polvo e camarão em molho vermelho, guarnecido com brotos verdes, servido em uma travessa preta. Ao fundo, tigelas de arroz branco e farofa, sobre uma mesa de madeira, com um fundo de bambu
Comida paraense encontra casa no Pescados na Brasa (Fábio Rossi/Divulgação)

Quitéria.

No térreo do Ipanema Inn, o restaurante traduz o clima praiano com pratos leves. Inspirado nos biomas nacionais e em receitas da própria família, o chef David Cruz reformulou o menu recentemente. Abra os trabalhos com o espeto de polvo e camarão regado com azeite de ervas (R$ 72,00 a unidade). Em seguida, aposte no linguine do mar (R$ 91,00), com polvo, camarão, molho bisque e caviar de limão-cravo. O bife de chorizo (R$ 98,00) vem guarnecido de uma das melhores batatas fritas do Rio e uma emulsão de alho assado irretocável. Para fechar, há pedidas como o pudim de doce de leite com cumaru e espuma de café (R$ 33,00) e a tartelete de goiaba com sorvete de nata (R$ 38,00). A coquetelaria assinada por Waguinho tem maravilhas como o vereda tropical (R$ 40,00), combinação de Jim Beam, mate da casa, maracujá e tamarindo. Ah! E ainda rola café da manhã. Há combos a partir de R$ 65,00. Rua Maria Quitéria, 27, Ipanema (Hotel Ipanema Inn), 2267-4603 e 96731-2519 (70 lugares). 7h/22h30 (dom. até 22h). @quiteria.rio. $ Aberto em 2021.

 

Sabores de Gabriela.

Reconhecida pelos 25 anos de bons serviços à frente do saudoso Siri Mole, a chef Isis Rangel mantém em pauta suas receitas autênticas. O cardápio é enxuto e certeiro, mas não deixa de fora porções para petiscar, como a carne de sol de picanha (R$ 76,00), com cebola no melado e farofa; e os camarões crocantes com molho de maracujá (R$ 65,00). Há também uma profusão de moquecas, sempre acompanhadas de arroz e farofa de dendê, ao estilo baiano. As de camarão, siri catado ou peixe têm o mesmo preço (R$ 119,00 e R$ 205,00, para uma ou duas pessoas, respectivamente). Personagens do romance de Jorge Amado que batiza a casa inspiram drinques como o maria machadão (R$ 41,00), mescla de bourbon, tamarindo e licor de limão. Enlace a experiência com o doce de caju (R$ 26,00) ou o brigadeiro com pé-de-moleque (R$ 21,00). Saravá! Rua Maria Angélica, 197, Jardim Botânico, 3796-0905 (63 lugares). 12h/23h (dom. até 21h; fecha seg.). @saboresdegabriela. $ Aberto em 2018.

Sofia.

Um estandarte vermelho na fachada verde anuncia: “No Leblon não tem isso”. Do lado de dentro, a decoração celebra a trajetória de Katia Barbosa, com obras de arte que a chef garimpou Brasil afora. Memória afetiva e criatividade temperam o cardápio dinâmico, que, de terça a sexta, tem menu executivo (R$ 75,00, três etapas) e PFs da altura do copa lombo com cuscuz (R$ 39,00). A feijoada (R$ 70,00, para uma pessoa; R$ 130,00, para duas) entra em cena de sexta a domingo; e o bufê de café da manhã aos domingos não tem rival: cheio de delícias do interior, com direito a aipim frito e pão de queijo de tapioca (R$ 75,00 por pessoa). Tudo isso convive com opções à la carte. O salpicão com porco desfiado e uvas (R$ 46,00) é ótimo abre-alas; e o substancioso cupim de colher (R$ 78,00) chega desmanchando, ao lado de arroz de queijo da Canastra e batata chips. É pra provar e ter vontade de voltar. Rua Barão de Iguatemi, 257- C, Praça da Bandeira, 97723-0381 (40 lugares). 12h/23h (dom. 9h/17h; fecha seg.). @sofiarestauranterj. $ Aberto em 2023.

Sud, o Pássaro Verde.

Depois da consagração internacional na alta gastronomia, Roberta Sudbrack decidiu cozinhar da forma mais simples possível, e a casa é vice-campeã na categoria brasileiro. O forno rústico, de barro e abastecido com lenha, é fundamental na missão. A fachada discreta preserva traços originais de quando o imóvel foi moradia do Visconde de Carandaí, que dá nome à rua, e o menu privilegia insumos orgânicos e pesca artesanal, então as opções mudam diariamente. Abra com o imperdível presunto cru (R$ 140,00, 50 gramas) feito com porco moura na Região Sul. Novidade, o guanciale de porco in natura (R$ 169,00) chega à mesa macio e suculento, ladeado por abóbora na brasa e folhas. Prato emblemático, o arroz de frutos da terra (R$ 175,00) tem grãos cultivados na Serra da Mantiqueira e vegetais da estação. Para encerrar, peça a tortinha de limão caipira e marshmallow (R$ 49,00). Rua Visconde de Carandaí, 35, Jardim Botânico, 3114-0464 (40 lugares). 18h/22h (sex. e sáb. 12h/15h e 18h/22h; dom. 12h/17h; fecha seg.). @sudopassaroverde. $ Aberto em 2018.

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Yayá Comidaria Pop.

Inspirada nas comidas de tabuleiros vendidas por escravos de ganho, a chef Andressa Cabral honra a herança africana em todos os detalhes, da decoração ao prato. As receitas modernas, muitas delas autorais, caem bem após um mergulho na praia do Leme, a uma quadra de distância. Saborosa, a ala de petiscos tem bolinho de banana com carne seca (R$ 15,00 cada um), croquete de moqueca (R$ 14,00 cada um) e caldinho de aipim (R$ 19,00), por exemplo. O surpreendente nhoque do sertão (R$ 58,00) é feito com farofa de bolão frita na manteiga de garrafa e creme de queijos brasileiros. Recém-chegada ao menu, a picanha suína na cachaça (R$ 62,00) é servida com pasta de feijão preto e salada. Encerre com a cocada mole (R$ 27,00) e não deixe de pedir as tradicionais batidinhas de cachaça (R$ 19,00). Rua Gustavo Sampaio, 361-A, Leme (30 lugares). 12h/23h (dom. até 20h). @yayacomidaria. $ Aberto em 2021.

VEJA RIO COMER & BEBER 2026 é uma realização da Editora Abril com patrocínio master de BTG Pactual, patrocínio de Governo do Rio de Janeiro, Prefeitura do Rio de Janeiro e JBS, apoio de IFood, Baden Baden e Bacalhau da Noruega/Sea Food From Norway, além de parceria Castas Importadora.

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