Brasil no copo: drinques apostam em insumos nacionais menos óbvios
Cumaru, catuaba, dendê e tucupi estão entre os ingredientes que perfumam as taças
Além de um blend de cachaças, o ludmilla (R$ 32,00) homenageia a cantora com vermute de jabuticaba, limão-siciliano e solução salina, na carta do Brejo Bar (Travessa dos Tamoios, 7-E, Flamengo). @brejobarrj
Tem fava de cumaru e cachaça em madeira amburana no pungente com todo respeito (R$ 32,00), da Curadoria & Bar Saudade (Rua da Matriz, 54, Botafogo), que leva ainda fernet, catuaba, licor de cereja, limão e angostura de cacau. @thecuradoria
A eletricidade paraense mora nos coquetéis do Pescados na Brasa (loja do Leblon na Rua João Lira, 97), em autorais como o égua do pará (R$ 36,90), com cachaça de jambu, limão-taiti, espuma de taperebá e raspas de castanha defumada. @pescadosnabrasa
No Êtta (Rua Teixeira de Melo, 53, Ipanema), o chef de bar Matheus barros faz referência à bahia no academia dos rebeldes (R$ 39,00), mescla de vermute de caju, Campari lavado no azeite de dendê e gim. @etta_bar
O querido doce mineiro virou bebida no Conserva (Avenida Prado Junior, 281, Copacabana): no goiabada cascão (R$ 31,00) vai vodca, cordial de goiabada com especiarias, sumo de limão e espuma de gengibre. @conservabar
+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui
Laura Paravato assina novas receitas do Blue Blazer (Rua Álvaro Ramos, 11, Botafogo), incluindo o maní (R$ 42,00), com vodca Nuda, licor de tucupi com pimenta e hidromel de abelhas nativas. @blueblazeroficial





