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Lu Lacerda

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Jornalista apaixonada pelo Rio

Casa da Táta na Gávea: 25 anos de doces memórias 

O restaurante foi fundado em 2000 pelo casal Marta Jubé (a Táta) e Álvaro Albuquerque, moradores antigos do bairro

Por Daniela
4 nov 2025, 10h00 • Atualizado em 4 nov 2025, 10h30
casal Marta Jubé (a Táta) e Álvaro Albuquerque, moradores antigos do bairr
O casal Marta Jubé (a Táta) e Álvaro Albuquerque (./Divulgação)
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  • O prazer de comer uma torta maravilhosa é puramente físico? Quantas vezes a gente cede a um desejo momentâneo, assim, meio sem controle? Muitos cariocas — sobretudo os da Gávea — conhecem bem essa sensação ao ver os doces da Casa da Táta, que completa 25 anos no dia 11 de novembro, celebrando a data com o lançamento de doces veganos e sem açúcar.

    O restaurante foi fundado em 2000 pelo casal Marta Jubé (a Táta) e Álvaro Albuquerque, moradores antigos do bairro. Antes disso, eles administravam cafés de vários teatros cariocas, como o do Carlos Gomes, a convite do diretor Aderbal Freire Filho (1941–2023).

    “No mesmo endereço por tanto tempo, já recebemos três gerações de famílias. Teve um casal que entrou aqui namorando — hoje o filho mais velho tem 18 anos. Aqui se comemora tudo: noivado, aniversário, casamento, batizado… Já passamos por momentos difíceis e maravilhosos, e educamos nossos filhos aqui”, conta o casal.

    Táta, goiana formada em Arquitetura, aprendeu a cozinhar por necessidade, aos dez anos, depois de perder a mãe. Sua gastronomia é reconhecida pelo sabor caseiro de qualidade. Álvaro, músico e ex-baterista da banda Hojerizah, cuida da logística e da curadoria dos pocket shows que acontecem ali — do samba ao rock’n’roll.

    Entre as paixões dos clientes estão o bolo de laranja, o fondant de chocolate e o café da manhã com “jeito de fazenda”, com filas nos fins de semana.

    “Nossa história, além de muita luta e determinação, é marcada pela forma afetuosa como administramos a relação com os clientes — o que os faz se sentir em casa. Esse sempre foi nosso objetivo desde o início”, diz Álvaro. O restaurante também apoia projetos sociais, como o Instituto Levante, de Carol Solberg, e a Academia de Cinema da Rocinha, que teve seu primeiro curta exibido no Festival do Rio, em outubro.

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