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Lu Lacerda

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Jornalista apaixonada pelo Rio

A surpresa de advogado de Preta Gil com repercussão de caso de gordofobia

À época, o programa "Pânico" foi condenado a pagar R$100 mil em danos morais

Por lu.lacerda
22 jul 2025, 16h00 • Atualizado em 22 jul 2025, 18h01
O caso foi notícia nos jornais, como no "Extra", em 2008, quando Preta Gil e Ricardo Brajterman estiveram na delegacia para depoimento
O caso foi notícia nos jornais, como no "Extra", em 2008, quando Preta Gil e Ricardo Brajterman estiveram na delegacia para depoimento  (./Reprodução)
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  • Ricardo Brajeterman fica surpreso com repercussão de caso contado no Instagram sobre a cliente e amiga Preta Gil
    Ricardo Brajterman fica surpreso com repercussão de caso contado no Instagram sobre a cliente e amiga Preta Gil (./Divulgação)

    Ricardo Brajterman, advogado de Preta Gil, se surpreende com a repercussão de post sobre a cantora, de quem foi amigo de infância.
    Ele defendeu Preta num caso de gordofobia, quando compararam seu corpo com o de Sabrina Sato, depois de ambas irem à praia de Ipanema, Preta levar um caixote na beira d ‘água e a imagem ser flagrada por um paparazzi.

    O “Pânico” reproduziu a cena com um ator homem de peruca, supergordo, que seria a Preta sendo retirada da água por um trator e, ao fundo, uma paródia de péssimo gosto com a música que Caetano fez para Tieta, onde o Pânico fez  o seguinte verso: “Eta eta eta, são os buracos da lua na bunda da Preta eta eta”, fazendo referência à celulite. Eles foram condenados a pagar R$100 mil em danos morais à época, em 2008.

    Conheci a Preta quando eu tinha 13 anos e ela, 9. Eu estudava na mesma sala que o irmão dela, no Colégio Andrews, Pedro Gil, que era o mais alto da turma. Pedro, além de baterista, era goleiro do nosso time. Eu era baixinho, e o gigante goleiro Pedrão me protegia de eventual bullying ou encaradas feias dos jogadores dos times adversários. Eu frequentava o apartamento do Gil, numa cobertura em Ipanema, onde havia um estúdio, e Pedro ensaiava bateria, além de tocar com o pai, enquanto a Pretinha corria e dançava livremente, fazendo a maior bagunça. Pedro morreu num acidente de carro na Curva do Calombo, aos 19 anos. Perdi o meu gigante protetor contra o bullying, mas, curiosamente, depois de me formar em Direito, eu é que passei a ser o protetor da pequena Pretinha, que acabou virando uma mulher à frente do seu tempo, moderna, com personalidade forte, capaz de influenciar milhões de mulheres, sobretudo quanto ao amor próprio e autoestima”. 

    No Instagram do advogado, têm comentários, como o da advogada Flavia Correa: “Essa mulher me ensinou a me amar mais, a aceitar meu corpo com as curvas generosas que tenho, a compreender que autoestima começa no espelho de casa!”. Isso diz muito do que Preta Gil representou para inúmeras mulheres.

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