Tivemos um eclipse dia 17, nem tanto desafiador quanto este que tivemos em 3/3/26.
Como ele “fica em cartaz” meses antes e meses depois, ainda teremos muitos desdobramentos, em vários quesitos.
Falando da nossa bolha, o Brasil, este eclipse mexe e vai continuar mexendo no que estava ou ainda está escondido.
Eclipses são livramentos, desapegos, jogar fora o que já não tem mais espaço na nossa vida. Pode ser “sugadores”, armários com roupas esquecidas ou mofadas e, sobretudo, conceitos, preconceitos, etc.
Esse é o ponto: o que nos impede de jogar fora um “álbum de figurinha” incompleto?
Quem tem planetas em signos de elemento terra (Touro♉️, Virgem♍️ ou Capricórnio♑️) são mais tralheiros que os “aéreos”, por exemplo.
Esse eclipse, com sol em peixes e lua em virgem, traz à baila o eixo contemplação x faxina, nutrição x drogas, organização x bagunça, ceticismo x credulidade e por aí vai.
Até o Estreito de Ormuz entra nesse rol, a palavra “estreito” denota restrição. Desculpem, mas não podemos esquecer da guerra EUA x Irã, do escandaloso estupro coletivo, dentre outros (pelo menos, o que está deteriorado vem à tona. E não vai parar por aí). Tudo escrito nas estrelas, infelizmente.
Até o aquariano♒️ (visionário) Tom Jobim cantou essa pedra , metaforicamente, em 1972:
Segue parte da letra:
“É pau, é pedra, é o fim do caminho
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É o fundo do poço, é o fim do caminho
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração”
Geralmente, compositores são conectados a uma frequência diferente. Por isso acho que nosso saudoso Tom Jobim psicografou esta letra também.
Rezemos, oremos, visualizemos, mantremos pela Paz Mundial☮️.







