Afinal, vale a pena ir de metrô e BRT para o Rock in Rio?
VEJA Rio testou o transporte público na tarde desta sexta (4), abertura do festival
A organização do Rock in Rio e a prefeitura prepararam um esquema especial de transporte, para evitar que o público do festival use carro para chegar à Cidade do Rock. VEJA RIO, então, resolveu testar a opção.
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Parte da equipe foi de carro, saindo às 15h do Flamengo. Eu, Marcela Capobianco, editora-assistente da publicação, pude esperar um pouquinho.
Peguei o metrô no Largo do Machado às 15h55. O trajeto até o Jardim Oceânico levou exatos 29 minutos. Deu até para sentar. Carioca sabe que isso é raro.
Tinha aglomeração para chegar até o BRT e na estação faltavam profissionais para orientar para que lado deveríamos ir, mas foi só seguir o fluxo de camisetas do Foo Fighters e deu certo.
Dica: tem que ir até o final da plataforma, do lado direito.
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O ônibus chegou em menos de um minuto e, às 17h, desembarcamos em frente à Cidade do Rock. O trajeto até o letreiro levou quinze minutos a pé.
E os meus colegas? Chegaram dois minutos depois de mim, mesmo tendo saído bem antes.
Então, galera, a boa é vir de transporte público. Dá para comprar o bilhete especial do BRT, com ida e volta a 29 reais, com antecedência pelo aplicativo Jaé. E o metrô também aceita cartōes de crédito e débito direto na catraca.
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Ah! E essa operação funciona 24 horas, então dá pra curtir até o último momento da pista do eletrônico, que vai até as 3h da manhã.
A cobertura do Rock in Rio por VEJA Rio é um oferecimento de TIM.







