Trens RJ: o que muda no transporte com a chegada de nova concessionária
Novo modelo de remuneração focado em qualidade e investimento de mais de R$ 600 milhões na melhoria dos trens estão previstos
A SuperVia encerrou oficialmente suas atividades como concessionária do transporte ferroviário na Região Metropolitana do Rio nesta sexta (29), após quase 30 anos do início da operação, em 1º de novembro de 1998. Divididas em cinco ramais e três extensões, as linhas férreas administradas pela concessionária totalizavam 270 quilômetros, com 104 estações, ligando a capital a outras 11 cidades da Baixada Fluminense e da Região Metropolitana via trem.
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Neste sábado (30), o serviço passou a ser operado pelo consórcio Nova Via Mobilidade, que estava passando por um período de transição assistida junto à SuperVia. De acordo com a Setram (Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urban), o modelo de gestão será via Contrato de Permissão, com duração inicial de cinco anos, o que significa que o Governo do Estado terá maior participação. A pasta afirma que a nova operadora terá de investir mais de R$ 600 milhões durante o período, para restaurar a ferrovia.
Um leilão judicial realizado no âmbito do processo de recuperação judicial da SuperVia selou a troca de comando, que ficará a cargo de um consórcio formado pelos fundos de investimento Nova Via e Magna. A nova concessionária apresentou um desconto de meros 0,06% sobre a tarifa sugerida na época.





