Rede municipal de saúde passa a fazer transplante de córnea

Iniciativa buscar dar fluidez à fila para o procedimento cirúrgico, que tem mais de 5,5 mil pacientes em todo o estado.

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 abr 2026, 14h51 | Atualizado em 14 abr 2026, 15h26
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Centro Carioca do Olho: maior centro oftamológico da América Latina recebeu habilitação para realizar transplante de córnea (Edu Kapps/SMS/Reprodução)
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  • Com o objetivo de reduzir a fila de espera para transplantes de córnea, a rede municipal de saúde do Rio de Janeiro passou a oferecer a realização do procedimento.

    A iniciativa foi inaugurada no dia 10 de março e os procedimentos estão sendo realizados no Centro Carioca do Olho (CCO), localizado em Benfica, na Zona Norte da cidade.

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    A entrada da rede municipal no fluxo de transplantes é parte de uma estratégia para dar fluidez à fila de espera, que atualmente conta com mais de 5,5 mil pacientes em todo o estado e é gerenciada pelo Programa Estadual de Transplantes (PET).

    Embora a medida represente um grande avanço, o sistema enfrenta dificuldades com a necessidade de aumento no número de doações que, no Brasil, só pode, ocorrer com a autorização expressa de familiares de primeiro e segundo grau.

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