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Transoeste alega prejuízo mensal de R$ 1,4 milhão com vandalismo

Por conta do alto custo, o grupo quer encerrar as operações no trecho do corredor

Por Redação Veja Rio - 10 nov 2017, 15h12
BRT Transoeste
Divulgação/Divulgação

O gasto mensal com a recuperação de itens depredados nas estações e nos ônibus do Transoeste é de R$ 1,4 milhão. A conta é do consórcio que administra o BRT. Por conta do alto custo, o grupo quer encerrar as operações no trecho do corredor de ônibus que corta a avenida Cesário de Melo.

De acordo com representantes do consórcio, tiroteios e incêndios são recorrentes na região e essas situações não são cobertas pelo contrato atual. Além disso, a maioria dos passageiros não estariam pagando passagem ao embarcar, o que estaria agravando o quadro de dificuldades da operação.

O grupo de empresas de ônibus que administra o BRT também opera outras linhas na cidade e reclama que a remuneração abaixo do esperado nos últimos trajetos estaria estrangulando as finanças das empresas. “O BRT não tem frota, ela é das empresas. Na medida em que a gente não recebe a frota suficiente, nós temos dificuldade de operar o sistema inteiro”, afirmou a Suzy Ballousier, gerente de Relações Institucionais do BRT-Rio.

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