Rio, quinta cidade mais colorida do mundo: veja seis cenários vibrantes
Do alto dos mirantes às ruas tomadas por arte urbana, pontos turísticos e culturais espalham charme, criatividade e tons marcantes pela capital fluminense
Encravado entre o mar e as montanhas, o Rio de Janeiro ocupa a quinta posição no ranking das cidades mais coloridas do mundo. Lisboa (Portugal), Kuala Lumpur (Malásia), Porto (Portugal) e Cartagena (Colômbia) ficaram com os primeiros lugares da lista feita por uma empresa irlandesa de seguros de viagem. A seguir, seis lugares de matizes caprichadas para desbravar:
1 Identidade carioca, Clássico ponto turístico, a Escadaria selarón, entre a lapa e santa teresa, tem 215 degraus decorados com azulejos amarelos, azuis e vermelhos. a obra surgiu de forma despretensiosa, em 1990, quando o artista chileno Jorge selarón revitalizou o espaço em frente à própria casa.
2 Maravilha do Mundo, A 700 metros do nível do mar, o Corcovado oferece uma das vistas mais bonitas do planeta. Da montanha que abriga a estátua do Cristo Redentor é possível contemplar grande parte da cidade, além da vibrante flora da Mata atlântica
3 Natureza e adrenalina, O Parque da Catacumba, na lagoa, combina trilha ideal para iniciantes, práticas radicais para os pequenos, a exemplo de tirolesa, parede de escalada e arvorismo, além de local adequado para piqueniques. admirar as 32 esculturas espalhadas pelos jardins também é uma boa.
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4 Um pedacInho do nordeste, a Feira de são Cristóvão honra, há oito décadas, a cultura e a gastronomia nordestinas. além de diversos restaurantes que oferecem da tapioca ao baião de dois, a programação inclui shows, apresentações de dança e os famosos e hilários karaokês.
5 Do rock ao esporte Entre pistas de skate, murais vibrantes e ilustrações até no chão, o Parque Rita lee, na Barra Olímpica, é uma opção de lazer para os moradores das zonas Oeste e sudoeste. O espaço de 136 000 metros quadrados também conta com quadras poliesportivas, parquinho e uma praça molhada.
6 Galeria a céu aberto No Boulevard Olímpico, na Zona Portuária, o painel Etnias, de Eduardo Kobra, está meio desbotado, é verdade, mas ainda colore a fervilhante região. O mural, gigantesco, foi pintado para os Jogos Olímpicos de 2016 e, à época, foi reconhecido pelo Guinness, o livro dos Recordes, como o maior grafite do mundo.





