Por salários melhores, professores da rede privada fazem greve de 24 horas
Paralisação acontece nesta quarta (2) em meio a impasse nas negociações; categoria realiza ato no Largo do Machado
Professores da Educação Básica da rede privada do Rio fazem uma greve de 24 horas nesta quarta (2), em meio ao impasse nas negociações salariais. A paralisação foi convocada pelo Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio) e pode afetar o funcionamento de escolas particulares da cidade.
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A categoria reivindica reajuste salarial de 6%. O pedido inicial era de 8%, mas foi reduzido durante as negociações. Os professores também pedem mudanças na chamada hora-atividade, período dedicado a tarefas como planejamento de aulas e correção de provas, além de outras reivindicações trabalhistas.
O sindicato patronal, que representa as instituições particulares, propôs reajuste de 3,77%, retroativo a abril, além da possibilidade de discutir um acréscimo de 0,23% em fevereiro. A proposta, no entanto, foi considerada insuficiente pelos professores, e as negociações terminaram sem acordo.
A greve foi aprovada em assembleia e reafirmada pelos professores no último sábado (29). Nesta quarta, às 11h, a categoria realizou um ato no Largo do Machado, na Zona Sul. A adesão à paralisação pode variar de acordo com cada escola. Por isso, pais e responsáveis devem consultar diretamente as instituições de ensino sobre o funcionamento das aulas nesta quarta.







