Por salários melhores, professores da rede privada fazem greve de 24 horas

Paralisação acontece nesta quarta (2) em meio a impasse nas negociações; categoria realiza ato no Largo do Machado

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 set 2026, 13h52 | Atualizado em 3 set 2026, 12h33
Professor Sala de Aula
Greve dos professores: docentes de escolas particulares fazem paralisação de 24h por melhores salários  (Unsplash/Reprodução)
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Professores da Educação Básica da rede privada do Rio fazem uma greve de 24 horas nesta quarta (2), em meio ao impasse nas negociações salariais. A paralisação foi convocada pelo Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio) e pode afetar o funcionamento de escolas particulares da cidade.

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A categoria reivindica reajuste salarial de 6%. O pedido inicial era de 8%, mas foi reduzido durante as negociações. Os professores também pedem mudanças na chamada hora-atividade, período dedicado a tarefas como planejamento de aulas e correção de provas, além de outras reivindicações trabalhistas.

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O sindicato patronal, que representa as instituições particulares, propôs reajuste de 3,77%, retroativo a abril, além da possibilidade de discutir um acréscimo de 0,23% em fevereiro. A proposta, no entanto, foi considerada insuficiente pelos professores, e as negociações terminaram sem acordo.

A greve foi aprovada em assembleia e reafirmada pelos professores no último sábado (29). Nesta quarta, às 11h, a categoria realizou um ato no Largo do Machado, na Zona Sul. A adesão à paralisação pode variar de acordo com cada escola. Por isso, pais e responsáveis devem consultar diretamente as instituições de ensino sobre o funcionamento das aulas nesta quarta.

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