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Rio terá população mais idosa em 2065

Em meio século, os idosos serão 36% dos habitantes, contra os atuais 16%, segundo pesquisadores do IBGE e da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 5 dez 2016, 11h28 - Publicado em 25 fev 2016, 14h14

A população do Rio está envelhecendo, e um estudo sobre a evolução das faixas etárias na cidade mostra que teremos ainda mais idosos por aqui até 2065. Em meio século, eles serão 36% dos habitantes, contra os atuais 16%. A projeção de pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o Rio terá 2 milhões de pessoas com mais de 60 anos em 2065 (atualmente são 1,1 milhão) e que o número de nonagenários deverá chegar a 145 000 – o quíntuplo comparado a hoje – enquanto o de jovens até 19 anos terá caído quase pela metade. A pesquisa integra o Programa Visão Rio 500, lançado pela prefeitura para discutir e elaborar estratégias de políticas públicas para a cidade nos próximos 50 anos.

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Em Copacabana, por exemplo, dois terços dos habitantes terão mais de 60 anos, enquanto apenas 4,1% serão crianças e adolescentes. Hoje, no entanto, o maior número de idosos da cidade está concentrado no Méier (85,3 por mil habitantes), seguido de Jacarepaguá (84), Campo Grande (72,1), Botafogo (66,7) e Madureira (64), enquanto Copacabana apresenta o maior percentual da população acima dos 60 anos (33%) em relação ao total da região onde o bairro está localizado.

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Jacarepaguá ainda tem o maior número crianças e adolescentes — 105,2 por mil habitantes. Já a Rocinha possui o maior percentual (26%) da população de jovens em relação à região onde está localizada, seguido de perto pela Maré (25%) e pelo Complexo do Alemão (24%).

O secretário executivo de Coordenação de Governo, Pedro Paulo, explicou como os números podem ser usados no planejamento carioca. Segundo ele, é preciso estabelecer protocolos para as pessoas mais velhas. “Por exemplo, os bairros precisam ser mais amigáveis com os idosos, ampliando o tempo dos sinais de trânsito, a quantidade de rampas de acesso e as academias de terceira idade”, diz. Outra proposta é oferecer cursos profissionalizantes para inserir os velhinhos no mercado de trabalho, uma vez que estarão muito mais ativos.

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