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Em tempos de pandemia, réveillon do Rio terá celebração virtual

"Vamos convidar as pessoas a fazer a maior contagem regressiva de todos os tempos, mas de suas janelas e varandas”, explica o cenógrafo Abel Gomes

Por Pedro Tinoco Atualizado em 18 dez 2020, 11h05 - Publicado em 18 dez 2020, 06h00

Especializada em grandes eventos, como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2016, a SRCOM cuida do réveillon do Rio há
treze anos. O próximo, por razões óbvias, não vai ser como nenhum deles. Três candidatas enviaram propostas de boas-vindas a 2021 para
a prefeitura, mas apenas a SRCOM compareceu à sede da Riotur no dia de apresentação dos projetos.

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O mistério em torno do modelo de celebração nestes tempos de pandemia só começou a se desfazer um mês mais tarde, durante um debate virtual com a participação do cenógrafo Abel Gomes, sócio da empresa. “Vamos convidar as pessoas a fazer a maior contagem regressiva de todos os tempos, mas de suas janelas e varandas”, explicou o cenógrafo. Uma supertransmissão, com helicópteros, drones e câmeras espalhadas por toda parte, vai ajudar a cumprir o mote da festa: “Fique em casa que o réveillon vai até você”.

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