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Remoção de vans irregulares caiu quase 80% em 2017

O serviço é uma das principais fontes de receita do crime organizado, de acordo com a polícia

Por Redação VEJA RIO - 2 Maio 2018, 16h28

O primeiro ano de Marcelo Crivella (PRB) como prefeito do Rio foi o pior em número de vans irregulares removidas, autuadas e lacradas, de acordo com dados da própria prefeitura. Foram 447 remoções e 2017, uma queda de 78,54% em relação às 2.083 de 2016.

A polícia estima que 70% do lucro mensal das milícias venha do transporte irregular. O faturamento obtido a partir de multas aos infratores foi de R$ 3,5 milhões, número bem inferior aos R$ 8,9 milhões arrecadados no ano retrasado. De 2017 para 2016, as autuações caíram de 7.770 para 3.067, uma queda de mais de 50%.

De acordo com o Ministério Público estadual, os criminosos responsáveis pela administração do serviço em Campo Grande e Santa Cruz lucram R$ 27 milhões.

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