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Rebelião acaba em presídio de Japeri com liberação de 18 reféns

Durante a ação contra a rebelião foram apreendidos um revólver, duas pistolas e uma granada de efeito moral

Por Redação VEJA RIO e Agência Brasil - 19 fev 2018, 13h00

A rebelião na Penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, foi controlada e os reféns foram liberados depois de negociações comandados pela Superintendência de Segurança da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap). De acordo com a Seap, dezoito pessoas chegaram a ficar reféns dos presidiários (sendo oito agentes da secretaria e dez detentos).

Durante a ação contra a rebelião foram apreendidos um revólver, duas pistolas e uma granada de efeito moral. O incidente será investigado pela própria Seap, de acordo com nota divulgada pela instituição.

Antes da libertação, o Grupo de Intervenção Tática (GIT) da Seap entrou no presídio e três detentos foram baleados. Eles foram levados para o Hospital Pedro II.

A ação contou com o apoio do Gerenciamento de Crise do Centro Integrado de Comando e Controle.

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A rebelião começou durante a contagem dos presos. A agentes teriam sido abordados por detentos com revólveres. O presídio tem capacidade para 884 detentos e mantinha em janeiro 2.027 presos, segundo o Conselho Nacional de Justiça.

A rebelião aconteceu no dia em que a Seap informou que antecipou “medidas de controle” nos presídios do estado para impedir eventuais reações da população carcerária à intervenção federal na segurança pública do estado, decretada na última  sexta (15).

Em nota, a secretaria estadual destaca que algumas das “medidas de controle” do sistema prisional do Rio  estavam em andamento desde 24 de janeiro, quando David Anthony assumiu o comando do órgão.

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