O que porta-aviões nuclear dos EUA veio fazer no Rio de Janeiro
Exercício naval dos Estados Unidos é o maior no continente desde 2007 e realizará manobras com Argentina, Chile, Colômbia e Peru
O Rio de Janeiro está entre os destinos do USS Nimitz (CVN 68), o porta-aviões mais antigo ainda em atividade, que irá navegar pela costa da América do Sul ao lado do USS Gridley (DDG 101), destróier de misseis guiados.
Parte da missão de defesa Southern Seas 2026, a iniciativa prevê a realização de exercícios navais em conjunto com dez países parceiros pela região sul-americana. Contudo, os detalhes sobre a visita do porta-aviões ao Brasil ainda estão sendo confirmados.
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Essa será a 11ª edição do exercício, feito pela primeira vez em 2007 e considerado o principal mecanismo de cooperação naval dos Estados Unidos no ocidente.
Além das manobras, a iniciativa inclui intercâmbios entre especialistas militares e encontro entre autoridades de países parceiros a bordo da embarcação, que poderão acompanhar as atividades do USS Nimitz.
Lançado ao mar em 1972, o porta-aviões está no topo da hierarquia de projeção de poder aeronaval, com um sistema de armas e e capacidade de atuação que nenhuma outra embarcação da categoria se iguala.







