Quando os ônibus municipais do Rio vão deixar de aceitar dinheiro

Passageiros terão de usar cartões do sistema Jaé ou, no caso do Bilhete Único Intermunicipal, o Riocard. Mudança começa em 30 de maio

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 Maio 2026, 13h38 | Atualizado em 13 Maio 2026, 13h39
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Ônibus: pagamento da passagem deixará de ser feito em dinheiro a partir do dia 30 de maio (./Divulgação)
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O pagamento da passagem de ônibus no Rio deixará de ser feito em dinheiro. A partir de 30 de maio, os coletivos municipais aceitarão apenas cartões do sistema Jaé e, no caso dos usuários do Bilhete Único Intermunicipal (BUI), o Riocard. Segundo a prefeitura, a medida faz parte do processo de modernização do transporte público da cidade. A informação foi antecipada pelo jornal O Globo.

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Além de ampliar o controle da arrecadação tarifária, a mudança tem o objetivo de eliminar o manuseio de dinheiro pelos motoristas e aumentar a segurança dentro dos veículos, como informou a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR). O processo de modernização também prevê mais agilidade e redução no tempo de embarque após a mudança.

O pacote de medidas que passa a valer em junho prevê outra alteração no serviço: a integração do Bilhete Único Carioca (BUC) passará a ser feita exclusivamente pelo cartão Jaé preto. O cartão avulso do sistema, na cor verde, deixará de ser aceito nas integrações tarifárias do BUC e também do Bilhete Único Margaridas (BUM).

Segundo a Prefeitura, tanto o BUC quanto o BUM são benefícios subsidiados pelo município e, por isso, exigem a identificação do usuário por CPF. A medida busca garantir mais transparência no uso dos recursos públicos e combater fraudes. Os créditos, no entanto, continuarão sem prazo de validade.

O cartão verde do Jaé continuará válido apenas para viagens unitárias, sem direito à integração tarifária. Para utilizar os benefícios do Bilhete Único Carioca (BUC), será necessário usar o cartão preto. Com ele, o passageiro pode realizar até três viagens em um período de três horas, incluindo uma no BRT, pagando uma única tarifa de 5 reais.

Já o Bilhete Único Margaridas (BUM), destinado a passageiros da Baixada Fluminense que utilizam o Terminal BRT Metropolitano, permite até quatro embarques — dois de ida e dois de volta — entre BRT, VLT e ônibus municipais ao longo de 20 horas, também com tarifa integrada de 5 reais.

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A prefeitura orienta que usuários que ainda utilizam o cartão verde para integração façam o cadastro no aplicativo do Jaé para solicitar o cartão preto ou optem pelo uso do QR Code no celular, acessado mediante conta digital.

Mesmo com o fim do pagamento em dinheiro dentro dos ônibus, a recarga de créditos em espécie seguirá disponível nas máquinas de autoatendimento do Jaé, distribuídas em cerca de 2 000 pontos da cidade, além das bilheterias dos terminais do BRT. Os endereços podem ser consultados no site oficial do sistema.

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