Olha ele ali

Percorremos vários bairros da cidade e até municípios vizinhos para verificar de que lugares dá para ver o monumento

Por Lula Branco Martins 9 out 2011, 13h46 | Atualizado em 5 dez 2016, 15h59
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geografia1.jpg (Veja Rio/)
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Os franceses têm uma máxima muito conhecida e disseminada: simplesmente não há lugar, em Paris, do qual não se enxergue a Torre Eiffel. É uma bela frase de efeito, mas, na verdade, trata-se de um exagero, pois em vários bairros os prédios da capital impedem a visão do monumento. No Rio, em relação ao Cristo, acontece algo semelhante, e nem sempre nossa geografia de relevo acidentado ajuda muito. Da Zona Sul, vê-se a estátua praticamente de qualquer posição. Mas ali mesmo há lugares sem tal privilégio. Das areias de Copacabana, por exemplo, o banhista encontra dificuldade, por causa da barreira de espigões, um ao lado do outro, erguidos ao longo das últimas décadas. Por sua vez, Botafogo, Laranjeiras e Flamengo são áreas privilegiadas ? têm visão frontal. Com céu limpo, até de outras cidades, como São João de Meriti, Niterói e São Gonçalo, tem-se a noção do seu contorno. E quem estiver num navio a 30 quilômetros da costa, à noite, de lá conseguirá avistar um ponto luminoso: é ele mesmo, o Redentor.

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