Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br

Pesquisadores do Museu Nacional descobrem duas espécies de dinossauro

Fósseis foram encontrados na província de Xinjiang, noroeste da China, numa parceria da instituição carioca com cientistas daquele país

Por Marcela Capobianco
13 ago 2021, 12h14 •
Paleontólogo em frente a rochas
Fósseis encontrados: região da China onde ossada foi descoberta tem rochas de 120 milhões de anos (Wang Xiaolin/Divulgação)
Continua após publicidade
  • A parceria iniciada em 2004 pelo Museu Nacional da UFRJ e pesquisadores do Institute of Vertebrate Paleontology and Paleoanthropology rendeu mais frutos: duas novas espécies de dinossauros saurópodes foram descobertas no noroeste da China, mais especificamente da província autônoma de Xinjiang. Também participaram do estudo paleontólogos do Beijing Museum of Natural History e do Hami Museum, também chinês.

    + Paes faz apelo ao Governo Federal “Mandem a porcaria da vacina”

    A região é conhecida por ter rochas com aproximadamente 120 milhões de anos. Da primeira espécie, denominada Silutitan sinensis, foi localizada uma série de vértebras cervicais médias e posteriores articuladas, atribuída a um grupo conhecido por Euhelopodidae, exclusivo da Ásia.

    O nome é uma combinação do termo “Silu”, que significa “Rota da Seda” em mandarim, e “titan”, em alusão aos titãs gregos, um termo normalmente usado em saurópodes devido ao seu tamanho.

    + Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui

    Continua após a publicidade

    Já a a segunda espécie encontrada foi a Hamititan xinjiangensis. Os pesquisadores encontraram uma sequência de vértebras caudais anteriores articuladas que representam um grupo denominado de Titanosauridae, raro na Ásia e comum na América do Sul, inclusive no Brasil.

    O nome remete à localidade, Hami, onde os fósseis foram encontrados, e novamente o termo “titan”. No mesmo sítio fossilífero, já haviam sido reportados um grande número de fósseis do pterossauro Hamipterus tianshanensis, incluindo ovos e embriões em excelente estágio de preservação.

    + Ocupação hoteleira no interior do Rio quase volta ao estágio pré-pandemia

    Continua após a publicidade
    Dente de dinossauro incrustado em uma rocha
    Dente de dinossauro carnívoro: encontrado muito perto dos fósseis, o que pode indicar uma possível predação ou mesmo que a carcaça do Hamititan tenha sido atacada (Wang Xiaolin/Divulgação)

    + Ludmilla: “Racistas não aceitam que cheguei ao topo”

    Os achados ajudam na compreensão das relações de parentesco entre várias espécies de saurópodes. “Essas novas espécies são particularmente importantes por serem de uma área onde grandes vertebrados, como dinossauros, não foram registrados até esse momento. E isso indica o grande potencial fossilífero desta formação para o estudo não somente de saurópodes, mas também do potencial para outros grupos de dinossauros”, explica Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional.

    Publicidade

    Essa é uma matéria fechada para assinantes.
    Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

    Domine o fato. Confie na fonte.
    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas
    Impressa + Digital no App
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital no App

    Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

    Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
    *Assinantes da cidade do RJ

    A partir de R$ 29,90/mês