Como vai funcionar a motofaixa da Linha Vermelha

A obra deve ficar pronta em até sessenta dias, dependendo das condições climáticas

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 set 2026, 11h08
Vista aérea de uma rodovia movimentada com vários carros e motos, sob um céu claro. Há uma placa branca à esquerda indicando FIM DA FAIXA EXCLUSIVA. Ao fundo, uma ponte estaiada e vegetação densa margeiam a pista
Linha Vermelha: faixas exclusivas para motos devem estar disponíveis em novembro (./Prefeitura do Rio de Janeiro)
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A Prefeitura do Rio começou a implantar, no início de setembro, uma motofaixa na Linha Vermelha, no trecho entre o Caju e a Via Dutra.

A obra deve ficar pronta em até sessenta dias, dependendo das condições climáticas.

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A ideia é organizar o fluxo e reduzir acidentes no corredor, um dos mais movimentados da cidade.

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As faixas são exclusivas para motos — carros só podem cruzá-las, com atenção, na hora de mudar de faixa.

Além da Linha Vermelha, as equipes trabalham na conclusão de 1,4 quilômetro de motofaixa na Autoestrada Engenheiro Fernando Mac Dowell, a Lagoa-Barra, entre a Avenida Niemeyer e a Embaixador Gabriel Landa, em direção à Barra da Tijuca.

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Segundo a CET-Rio, a adesão dos motociclistas aos corredores já entregues varia entre 86% e 96%.

Neste ano, a cidade ganhou 25,3 quilômetros de motofaixas, sendo 19 deles no eixo Lagoa-Barra e 6,3 nos elevados que ligam a Linha Vermelha ao Túnel Rebouças.

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A primeira faixa do tipo foi implantada em 2024, em São Conrado.

De acordo com a prefeitura, os corredores permitem que motociclistas trafeguem com mais disciplina e segurança, especialmente em situações de congestionamento, reduzindo o risco de colisões e melhorando a organização do trânsito.

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