Como vai funcionar a motofaixa da Linha Vermelha
A obra deve ficar pronta em até sessenta dias, dependendo das condições climáticas
A Prefeitura do Rio começou a implantar, no início de setembro, uma motofaixa na Linha Vermelha, no trecho entre o Caju e a Via Dutra.
A obra deve ficar pronta em até sessenta dias, dependendo das condições climáticas.
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A ideia é organizar o fluxo e reduzir acidentes no corredor, um dos mais movimentados da cidade.
As faixas são exclusivas para motos — carros só podem cruzá-las, com atenção, na hora de mudar de faixa.
Além da Linha Vermelha, as equipes trabalham na conclusão de 1,4 quilômetro de motofaixa na Autoestrada Engenheiro Fernando Mac Dowell, a Lagoa-Barra, entre a Avenida Niemeyer e a Embaixador Gabriel Landa, em direção à Barra da Tijuca.
Segundo a CET-Rio, a adesão dos motociclistas aos corredores já entregues varia entre 86% e 96%.
Neste ano, a cidade ganhou 25,3 quilômetros de motofaixas, sendo 19 deles no eixo Lagoa-Barra e 6,3 nos elevados que ligam a Linha Vermelha ao Túnel Rebouças.
A primeira faixa do tipo foi implantada em 2024, em São Conrado.
De acordo com a prefeitura, os corredores permitem que motociclistas trafeguem com mais disciplina e segurança, especialmente em situações de congestionamento, reduzindo o risco de colisões e melhorando a organização do trânsito.







