Menino de 11 anos morre com suspeita de envenenamento após comer bolo

Arthur de Mello da Silva estava internado desde 1º de junho; Polícia aguarda laudos conclusivos e não descarta nenhuma hipótese

Por Da Redação 12 jun 2026, 13h56 | Atualizado em 12 jun 2026, 15h42
Jovem de pele clara e cabelo curto, vestindo camiseta branca com mangas pretas e mochila escura, olhando para frente com expressão séria. Ao fundo, carros estacionados e fachadas coloridas de edifícios.
Arhur de Melo e Silva: menino de 11 anos comeu o bolo supostamente envenenado após o aniversário da avó materna (Intenet/Reprodução)
Continua após publicidade
Menino de 11 anos morre com suspeita de envenenamento após comer bolo Priorizar nos meus resultados Google

Internado desde o dia 1º com suspeita de envenenamento, o menino Arthur de Mello da Silva, de 11 anos, morreu nesta quinta (11), após sofrer uma parada cardíaca. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) assumiu o caso e investiga a hipótese de contaminação proposital. A especializada espera para esta sexta (12) o laudo de um exame para identificar que substâncias Arthur pode ter ingerido.

Arthur estava internado no Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu. De acordo com parentes, o menino comeu um pedaço de um bolo e passou mal no dia 31 de maio, numa festa da avó materna. A criança passou o último fim de semana de maio na casa da mãe, Lindiane da Silva, para participar da festa. Na segunda seguinte (1º), foi para a escola e, em seguida, para a residência do pai, onde comeu o bolo supostamente envenenado. O alimento estava dentro de sua mochila.

Nos últimos dias, a família relatou que o estado de saúde dele era delicado. A ocorrência tinha sido registrada no dia 2 na 64ª DP (São João de Meriti) pelo pai do menino, Ademir de Mello, que suspeita que o filho tenha ingerido chumbinho, substância frequentemente comercializada de forma ilegal como raticida. Segundo o pai, , Arthur apresentava um grande inchaço cerebral e respondia às medicações de forma limitada.

+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui

Segundo a Polícia Civil, nenhuma linha de investigação foi descartada. Testemunhas deverão ser ouvidas e outras diligências estão em andamento para identificar o que provocou o quadro clínico da criança.

Publicidade

Essa é uma matéria fechada para assinantes.
Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Domine o fato. Confie na fonte.
15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

Revista em Casa + Digital Premium
Impressa + Digital
Revista em Casa + Digital Premium

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.
Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
*Assinantes da cidade do RJ

A partir de R$ 39,99/mês