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Marcelo Freixo: ‘Se eu for prefeito do Rio, serei o folião número 1’

Deputado federal e pré-candidato ao cargo do Executivo carioca, Freixo alfinetou Crivella: 'O sagrado e o profano podem conviver'

Por fthedim - Atualizado em 25 fev 2020, 01h03 - Publicado em 23 fev 2020, 22h40

Mangueirense assumido, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) chegou cedo ao Camarote Arara na Avenida Por VEJA RIO. Mais cedo, ele já tinha curtido o tradicional Cordão do Boitatá, na Praça XV, Centro. Freixo é pré-candidato à prefeitura do Rio e afirmou que, caso seja eleito, será o folião número um da cidade. ‘Tenho muitas diferenças com o Eduardo Paes, mas essa é uma semelhança. Nós dois gostamos da cidade. Eu estaria, como sempre, em todos os blocos. O Carnaval pode ser muito mais que um espetáculo. Essa festa pode fazer a cidade olhar para bairros que normalmente não estao no circuito cultural’, opinou o deputado.

Apaixonado pela folia, Freixo lamentou que a festa não venha sendo tratada como merece pelo atual prefeito, Marcelo Crivella. ‘O Carnaval é o momento em que todos estão na rua. A festa traz recursos para a cidade. É uma pena que o Crivella não entenda isso. O sagrado e o profano podem se harmonizar nessa grande festa de rua’, alfinetou.

A Verde e Rosa será a terceira escola a entrar na Avenida na primeira noite de desfiles. Marcelo Freixo estava ansioso para assistir à atual campeã do Carnaval carioca. ‘O samba de Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo trata o tema da religião com imenso respeito, mas traz um Jesus mais perto do povo, sem intolerâncias. Neste ano, não desfilo, mas vou querer ver cada detalhe, muito emocionado’, analisa.

Sobre as polêmicas em torno do ‘politicamente correto’ nos dias de folia, o deputado afirmou que bom senso deve prevalecer. ‘Ninguém deve produzir uma fantasia que seja ofensiva ou que promova uma agressão. Não é o caso de blocos como o Cacique de Ramos, evidentemente, que tem uma tradição carnavalesca de mais sessenta anos’,

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