Manutenção da Cedae pode afetar abastecimento no Rio e na Baixada

Empresa recomenda que a população reserve água. Sistema Imunana-Laranjal atende São Gonçalo, Niterói, Itaboraí, Ilha de Paquetá e distritos de Maricá

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 out 2026, 11h28
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Sistema Imunana-Laranjal: bacia hidrográfica atende Niterói, São Gonçalo, Ilha de Paquetá, parte de Maricá e Itaboraí, (Cedae/Divulgação)
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A Cedae realiza, nesta terça(27), a manutenção preventiva anual do Sistema Imunana-Laranjal, que abastece cerca de 2 milhões de pessoas em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, parte de Maricá e na Ilha de Paquetá, com captação de água nos rios Macacu e Guapiaçu e demais operações na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Laranjal.  A ação começou às 4h e deve terminar às 4h de quarta (28).

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O fornecimento de água bruta e a operação ETA foram interrompidos. Além dos municípios de São Gonçalo, Niterói, Itaboraí e da Ilha de Paquetá, também serão afetados Maricá e os distritos de Inoã e Itaipuaçu.

Diante da interrupção, a Cedae recomenda que os moradores das localidades afetadas economizem água e mantenham uma reserva para atender às necessidades básicas. Mesmo após o término dos trabalhos, a retomada completa do abastecimento poderá levar até 72 horas.

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Cedae recomenda que a população poupe água durante a manutenção no Sistema Imunana-Laranjal (Cedae/Divulgação)

De acordo com a companhia, o cronograma de atividades contempla inspeções técnicas, higienização e revisão de estruturas hidráulicas, manutenção de sistemas automatizados, verificações de segurança e melhorias nas instalações. Também está prevista a implantação de um equipamento destinado a medir o volume total de água transportado pelo sistema.

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A companhia destaca que a manutenção é importante para garantir melhores condições operacionais, especialmente em épocas de maior consumo, como o verão, além de preparar a infraestrutura para possíveis efeitos associados ao fenômeno climático El Niño.

Paralelamente, a concessionária Águas do Rio programou mais de 20 intervenções na rede de abastecimento. As ações têm como objetivo melhorar o desempenho operacional e aumentar a confiabilidade do sistema de distribuição de água.

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Redução de abastecimento: falha no Sistema Guandu diminuiu a capacidade de fornecimento para 80%
Abastecimento: Cedae recomenda moradores das regiões afetadas a reservar água em cisternas e caixas d’água para atividades essenciais (Internet/Reprodução)

Retorno da água será gradual

Com a conclusão da manutenção, a Cedae dará início à retomada progressiva da produção de água. A normalização do fornecimento nas regiões atendidas começará à medida que o sistema produtor recuperar 100% de sua capacidade operacional.

Segundo a companhia, esse processo pode se estender por até 72 horas. Em áreas mais altas e em pontos localizados nas extremidades da rede de distribuição, a recuperação poderá ocorrer de forma mais lenta.

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A orientação aos moradores é armazenar água em cisternas e caixas-d’água, priorizando o uso em atividades indispensáveis. A recomendação também é adiar tarefas que demandem grandes volumes de água até que o abastecimento esteja completamente restabelecido.

Durante o período de interrupção, o atendimento emergencial com caminhões-pipa será destinado prioritariamente a hospitais, unidades de saúde e outros serviços considerados essenciais.

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Sistema atende cerca de 2 milhões de pessoas

O Sistema Imunana-Laranjal capta água nos rios Macacu e Guapiaçu, que passa por tratamento na ETA Laranjal antes de ser distribuída à população. A estrutura atende aproximadamente 2 milhões de pessoas em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, parte de Maricá e na Ilha de Paquetá, desempenhando um papel fundamental no abastecimento da região.

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