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Livro desvenda mais de um século de navegação marítima

Entre as curiosidades estão um cartaz e uma brochura da empresa alemã Hamburg Süd, da década de 30, que vendiam o Rio como destino turístico

Por Heloíza Gomes - 7 jan 2017, 02h30
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Mais de um século de navegação marítima foi reconstituído no livro Transatlânticos no Brasil (Editora Capivara). O embarque em 400 imagens, entre fotografias, mapas e materiais publicitários, começa em 1851, ano em que a companhia inglesa Mala Real inaugurou a primeira linha regular entre a Europa e o Brasil, e termina na década de 60, quando cruzar o oceano caiu em desuso, dando lugar à aviação comercial. Entre as curiosidades estão um cartaz e uma brochura da empresa alemã Hamburg Süd, da década de 30, que vendiam o Rio como destino turístico. A cidade, aliás, era chamada de “incrível” em anúncio de 1941 da americana Moore & MacCormack Company.

Aviso aos passageiros

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Integrante da equipe que foi responsável pelos efeitos visuais da cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio, o estúdio Radiográfico agora trabalha em um novo e inusitado projeto: a websérie Música no Elevador. A proposta é contar a história de elevadores da cidade enquanto bandas se apresentam dentro deles. No primeiro episódio, o músico francês Stéphane San Juan, acompanhado da cantora americana Gabriela O Riley (foto), toca no Edifício Lage, na Glória, o primeiro prédio residencial no Rio a ter ascensor. Mais curiosidades sobre o local são contadas no programete, que já está disponível no http://www.musicadeelevador.com.br.

2 000 antenas antilinha…

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…serão entregues gratuitamente até o fim do mês. A campanha, realizada desde 1998, tem como objetivo prevenir acidentes envolvendo motociclistas e linhas de pipa. Em dezenove anos, já foram distribuídas mais de 50 000 antenas, e os resultados são animadores — no ano passado, registraram-se apenas cinco acidentes. A instalação, gratuita, é feita no posto da concessionária Lamsa, na Barra da Tijuca, localizado logo depois do Túnel da Covanca, de segunda a sexta, das 9 às 17 horas.

É coisa nossa

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No apagar das luzes de 2016 (e de seu mandato), o ex-prefeito Eduardo Paes assinou o decreto que transformou o samba-enredo em patrimônio imaterial do Rio. Nada mais natural, aliás, tendo em vista que as marchinhas de Carnaval, as escolas de samba e os blocos Cordão da Bola Preta e Cacique de Ramos já faziam parte da lista. Agora com 55 itens, o rol de marcas registradas da cultura carioca inclui, por exemplo, o frescobol, os vendedores de mate e o biscoito de polvilho. A honraria tem duração de dez anos.

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