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Justiça vistoria Unidade Prisional da PM em Niterói e encontra até churrasqueira

Facas, DVDs, dinheiro e celulares também foram apreendidos nas celas

Por Agência Brasil Atualizado em 5 dez 2016, 11h41 - Publicado em 10 nov 2015, 16h52

Uma operação conjunta da Promotoria de Justiça da Auditoria Militar e da Vara de Execuções Penais, com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) e da Corregedoria Interna da Polícia Militar, foi iniciada hoje (10), para fiscalização da Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói, região metropolitana do Rio. Até o momento, foram apreendidos dentro das celas 15 celulares, 37 facas, R$ 5 mil, duas tendas, uma churrasqueira elétrica e 21 DVDs piratas.

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Ao todo, 140 homens participam da operação, com a finalidade de fazer revista pessoal em cada um dos internos, bem como de verificar todas as dependências do Presídio Vieira Ferreira Neto, novo local de instalação da unidade prisional da Polícia Militar.

A transferência dos 221 presos do Batalhão Especial Prisional, na zona norte do Rio de Janeiro, comandado pela Polícia Militar, para o Presídio Vieira Ferreira Neto, em Niterói, na região metropolitana ocrreu no dia 2 de outubro deste ano. A determinação judicial para a desativação e retirada de detentos da unidade foi homologada após reunião de autoridades do sistema penitenciário com a presidência do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), no próprio fórum.

A ordem ocorreu um dia depois de a juíza Daniela Barbosa, da Vara de Execuções Penais, ter sido agredida junto com sua escolta de seguranças nas instalações do batalhão. Na ação, ela perdeu os óculos, um sapato e teve a blusa rasgada. Os seguranças sofreram golpes. A magistrada não ficou ferida e continuou a vistoria depois da chegada de reforço policial. 

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