Golpe na praia: homem é preso após vender churrasquinho por 10 000 reais

Quadrilha que atua na Zona Sul usava máquinas adulteradas para aplicar golpes em turistas estrangeiros

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 abr 2026, 12h26 | Atualizado em 15 abr 2026, 12h27
Homem foi detido na praia tentando vender churrasquinho por 10 000 reais
Homem é preso após tentar vender churrasquinho na praia por 10 000 reais (Polícia Civil/Reprodução)
Continua após publicidade
  • A Praia de Copacabana foi cenário, mais uma vez, de um episódio de fraude envolvendo estrangeiros nesta segunda (13). Um homem foi preso acusado de aplicar o chamado “golpe da maquininha” contra uma turista britânica. Segundo a Polícia Civil, o suspeito cobrou 10 000 reais por um espeto de churrasco que havia sido oferecido inicialmente por 100.

    + Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui

    De acordo com as investigações, o vendedor utilizou uma máquina de cartão adulterada para induzir a vítima ao pagamento sem a conferência do valor. Em alguns casos, segundo a polícia, os equipamentos já estão programados para registrar quantias muito superiores às informadas durante a abordagem.

    A prisão foi realizada por agentes da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), que apontam a atuação de uma quadrilha especializada nesse tipo de golpe. O grupo agiria principalmente em áreas de grande circulação de visitantes, como Copacabana, Ipanema e o Arpoador, tendo como alvos preferenciais turistas estrangeiros.

    Entre as vítimas já identificadas estão pessoas de nacionalidades inglesa, tcheca e argentina. A estratégia, segundo os investigadores, envolve falsos ambulantes que oferecem produtos a preços aparentemente atrativos e, no momento da cobrança, manipulam as maquininhas para aplicar o golpe.

    Continua após a publicidade

    O homem preso vai responder por estelionato qualificado pelo uso de dispositivo eletrônico. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar e localizar outros integrantes do esquema.

    Casos desse tipo têm se multiplicado nos últimos anos, com prejuízos bilionários em diferentes modalidades de fraude. Autoridades orientam consumidores a sempre conferir o valor exibido na máquina antes de digitar a senha e, se possível, ativar notificações em aplicativos bancários para acompanhar as transações em tempo real.

    Publicidade

    Essa é uma matéria fechada para assinantes.
    Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

    Impressa + Digital no App
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital no App

    Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

    Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
    *Assinantes da cidade do RJ

    A partir de R$ 39,99/mês