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Funcionários de viação fazem paralisação no Rio

Empregados da empresa Nossa Senhora de Lourdes alegam atraso nos salários

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 27 nov 2017, 13h48 - Publicado em 27 nov 2017, 13h45

Desde o início da manhã desta segunda (27), funcionários da Viação Nossa Senhora de Lourdes fazem uma paralisação contra o parcelamento em cinco vezes do 13º salário.  Na ocasião, os ônibus não saíram da garagem, na Penha, Zona Norte. São pelo menos 11 linhas da empresa que passam por Méier, Tijuca, Vila Isabel, Penha, Olaria e Ramos.

Por conta do ato, a direção do Sindicato dos Motoristas de Ônibus do Rio de Janeiro (Sintraturb Rio) esteve na sede da empresa para tentar contornar a situação. De acordo com o presidente da entidade, atraso de pagamentos, cesta básica e férias também motivaram o protesto. Segundo o gestor, na quinta (30), haverá uma assembleia geral da categoria que irá decidir pela paralisação por tempo indeterminado no município.

A Secretaria municipal de Transportes afirma que a empresa tem a obrigação contratual de manter o serviço.

Em nota, a Rio Ônibus informou que a Viação Nossa Senhora de Lourdes está em negociação com os funcionários da empresa. Confira abaixo um trecho:

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“Desde o início do ano, o Rio Ônibus vem alertando que o sistema de transporte por ônibus sofre os impactos com a negativa da prefeitura em reajustar a tarifa, em janeiro, desrespeitando o contrato de concessão; e posteriormente com as duas decisões da Justiça que reduzir a tarifa no total de R$ 0,40. Esse cenário compromete a qualidade do serviço e tem como consequência o risco de fechamento de empresas (atualmente, 11 enfrentam grave situação financeira), prejudicando 4 milhões de passageiros que usam os ônibus todos os dias e colocando em risco o emprego de 40 mil rodoviários”, afirma o comunicado.

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