Procon Carioca vai começar a fiscalizar preços abusivos nas praias
Operação “Preço Justo na Praia” coloca fiscais na orla contra consumação mínima e outras práticas irregulares
O clássico “quanto tá o coco?” vai ganhar um reforço oficial neste verão. A Prefeitura do Rio colocou o Procon Carioca na areia com a operação Preço Justo na Praia, com fiscais percorrendo a orla para coibir cobranças abusivas e orientar consumidores sobre direitos básicos na hora de alugar cadeira, pedir um queijo coalho ou fechar a conta no quiosque.
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Na mira estão práticas como preços excessivos sem informação clara, cobrança de consumação mínima, venda casada e publicidade enganosa.
Além das equipes identificadas, o Procon também vai usar agentes à paisana para flagrar irregularidades sem aviso prévio. Quem for pego pode sofrer autuação, multa e até perder a autorização de funcionamento, dependendo da gravidade.
A Secretaria municipal reforçou que consumação mínima entra como prática proibida por “amarrar” um serviço à compra de outros itens. Um exemplo típico é condicionar o aluguel do guarda-sol a um valor mínimo de consumo.
E as queixas não são raras. Entre os relatos ouvidos, aparecem valores flutuantes, que mudam conforme o dia e de acordo com a cara de turista, negociações na base do “se eu reclamar, o preço baixa”.
A recomendação é perguntar o preço antes, confirmar o que está sendo cobrado e, se desconfiar de abuso, denunciar.
As denúnicas podem ser feitas pelo whatsApp: (21) 96608-0664





