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Fiocruz: Brasil só deve terminar a vacinação de Covid-19 em 2022

Para Maurício Zuma, diretor de Bio-Manguinhos, mesmo com 210,4 milhões de doses a serem entregues neste ano, vai faltar imunizante para proteger a população

Por Carolina Barbosa 21 jan 2021, 12h09

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) prevê a entrega de 210,4 milhões de doses de vacina em parceria com a AstraZeneca/Oxford contra o novo coronavírus ainda em 2021, mas ainda assim, somando-se o montante a outros imunizantes disponíveis no país, não será o suficiente para proteger a população ainda neste ano.

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Segundo Maurício Zuma, diretor de Bio-Manguinhos, em entrevista ao “Valor Econômico”, apenas em 2022 o país conseguirá encerrar o processo de imunização contra o coronavírus, apesar dos esforços da instituição em tentar fabricar e colocar a vacina a serviço da população. “Não tem vacina no mundo para todo mundo, vai faltar vacina”, sintetizou Zuma ao jornal.

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Vale lembrar que a prestigiada fundação aguarda a chegada de um insumo-base, o IFA, retido na China, para dar início à produção por aqui.

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