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Número de crianças e adolescentes sem acesso à educação no Rio atinge 17%

Análise da Unicef mostra que apenas 2,1% sofria exclusão escolar em 2019. Já em 2020, com a pandemia, o índice entre alunos de 6 e 17 anos sobe

Por Luiza_Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
30 abr 2021, 17h37 • Atualizado em 30 abr 2021, 17h58
lápis de cor
Educação: pandemia afetou principalmente os estudantes de baixa renda (Pixabay/Reprodução)
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  • Segundo pesquisa divulgada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Cenpec Educação nesta quinta (29), o número de crianças e adolescentes sem acesso à educação no estado do Rio cresceu durante a pandemia, assim como em todo país.

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    Com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE de 2019 e a PNAD Covid-19, a análise mostra que 2,1% (58 459), entre 4 e 17 anos, sofriam com a exclusão escolar em 2019. Já em novembro de 2020, o número atingido foi de 17,2% (458 675), entre alunos de 6 e 17 anos. O número mais recente corresponde tanto a crianças e adolescentes que não estavam matriculados nas escolas, quanto os que não tiveram acesso às atividades escolares, apesar de inscritaos

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    O maior impacto foi observado entre crianças na fase de alfabetização e no ensino fundamental. 41% delas tinham entre 6 e 10 anos de idade, 27,8% tinham entre 11 e 14 anos e 31,2% de 15 a 17 anos. Os alunos mais afetados foram os de baixa renda e uma das principais limitações apresentadas foi a dificuldade no acesso à internet para a continuidade dos estudos de forma remota.

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    “A pandemia trouxe um impacto enorme no direito à educação, aproximando os números aos registrados há 20 anos atrás. Por isso, corremos o risco de regredir mais de duas décadas no acesso à educação, caso não sejam aplicados investimentos pra reverter essa exclusão, como políticas públicas em apoio aos mais vulneráveis”, afirma Immaculada Prieto, representante da Unicef no Rio.

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