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Corredor BRS em Copacabana perde fiscalização eletrônica

De acordo com a prefeitura, o contrato antigo venceu em dezembro, mas já houve nova licitação e os radares devem voltar a operar no fim de maio

Por Rafael Sento Sé - 6 abr 2018, 09h42

Quando foi implantado, em 2011, o corredor BRS (abreviação de Bus Rapid System) reduziu de trinta para catorze minutos o tempo médio da viagem de ônibus de um extremo ao outro da Avenida Nossa Senhora de Copacabana. A regra era clara: apenas coletivos ou táxis com passageiros poderiam trafegar pelas duas faixas da direita. Treze câmeras ao longo da via, dispostas para flagrar infratores e garantir suas multas, afastaram os carros particulares. Sete anos depois, o contrato com a empresa de monitoramento se encerrou e o equipamento de fiscalização foi retirado. Consultada, a prefeitura informa que o contrato antigo venceu em dezembro, mas já foi realizada nova licitação e os radares devem voltar a operar no fim de maio.

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