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Quarentena: Procon e Policial Civil autuam lojas com preços abusivos

Comerciantes vendiam alimentos básicos como feijão, arroz, leite, ovo e alho pelo dobro do valor normal

Por Bruna Motta 2 abr 2020, 14h20

Uma ação conjunta entre a Polícia Civil e o Procon autuou estabelecimentos comerciais que estavam praticando aumento abusivo de produtos básicos, tais como feijão, arroz, leite, ovo e alho. Na operação, realizada em Nova Iguaçu, foi constatado que o valor dos produtos, que chegou a dobrar, ocorreu em razão dos fornecedores dos alimentos, que subiram os preços.

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“Não vamos admitir que alguns estabelecimentos se aproveitem de uma situação de grave necessidade da população para praticar preço abusivo. Se o aumento desproporcional não for justificado, eles serão multados”, disse a VEJA RIO Cássio Coelho, presidente do Procon-RJ.

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Aumento abusivo de preços é crime e pode levar até dois anos de detenção e multa. Os locais fiscalizados também foram orientados a tomarem medidas preventivas à contaminação e alertados sobre os ditames da Lei Estadual 8773/2020, que proíbe a comercialização de produtos emergenciais em quantidades superiores a quatro unidades por pessoa.

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