A chacina da Candelária

Por Lula Branco Martins 9 set 2011, 16h38 • Atualizado em 5 jun 2017, 14h51
Márcia Foletto/Ag. O Globo
Márcia Foletto/Ag. O Globo (Redação Veja rio/)
Continua após publicidade
  • Não sai da memória de muitos cariocas, nem de 34 entre as 200 personalidades entrevistadas por VEJA RIO, a Chacina da Candelária, nome que se deu ao assassinato em série de oito homens (entre eles seis adolescentes) na madrugada de 23 de julho de 1993, ao lado da igreja, na confluência das avenidas Presidente Vargas e Rio Branco, no Centro. Foram policiais militares os autores dos disparos. Muito se especula, até hoje, sobre os motivos do crime. Uma das hipóteses seria vingança ? alguns dos meninos teriam atirado pedras em viaturas da PM na véspera. Outra versão diz respeito à existência de um grupo de extermínio infiltrado no seio da corporação policial. Na época, as calçadas do templo foram pintadas, em memória das vítimas. As outras três tragédias mais citadas como o pior momento da cidade são bem mais recentes, uma delas ocorrida há poucos meses: o massacre de alunos (morreram doze) numa escola municipal do bairro de Realengo, cometido por um atirador desequilibrado em 7 de abril.

    especial_cidade35.jpg
    especial_cidade35.jpg ()
    especial_cidade36.jpg
    especial_cidade36.jpg ()
    Publicidade
    TAGS:

    Essa é uma matéria fechada para assinantes.
    Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

    Domine o fato. Confie na fonte.
    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas
    Impressa + Digital no App
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital no App

    Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

    Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
    *Assinantes da cidade do RJ

    A partir de R$ 39,99/mês