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Número de casos de Covid-19 cresce, mas busca por internação é baixa

Taxa de positividade para os testes de antígeno subiu de 22% para 28%. Dados são do Panorama Covid-19, publicado pela Secretaria estadual de Saúde (SES)

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 13 jun 2022, 14h26 - Publicado em 13 jun 2022, 14h25

Os números de atendimentos por síndrome gripal e casos confirmados de Covid-19 seguem em crescimento no estado do Rio. É o que aponta a quarta edição no Panorama Covid-19, publicado na última sexta (10) pela Secretaria estadual de Saúde (SES). De acordo com os dados, o número de solicitações de leitos para casos graves, no entanto, continua baixo.

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O boletim considera informações coletadas na semana dos dias 29 de maio a 5 de junho. Nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do estado, os atendimentos aos casos de síndrome gripal tiveram aumento de 14% em relação à semana anterior. A média foi de 489 atendimentos, sendo 256 de pediatria, enquanto foram registrados 428 (263 pediátricos) nos dias 22 a 28 de maio.

Dos 10.000 testes de antígeno realizados na última semana, 28% tiveram resultado positivo para a Covid-19. Na semana anterior, a taxa de positividade era de 22%. Já entre os mil exames de RT-PCR realizados por dia, em média, o índice é de 23%. Entre 22 e 28 de maio, a positividade desses testes era de 21,4%.

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Quanto às solicitações de leitos nos hospitais estaduais, o indicador sofreu um aumento relativo em comparação ao patamar muito baixo, de duas a três solicitações de leitos por dia, mas ainda pequeno em números absolutos. Na semana analisada, a média diária de solicitações foi de 13 para UTI e 12 de enfermaria. Já o número de pessoas aguardando leitos de Covid-19 foi de 17 para UTI e 14 para enfermaria.

De acordo com a SES, o plano de contigência da Covid-19 foi acionado e reverteu trinta leitos de enfermaria e dez de UTI no Hospital Estadual Dr. Ricardo Cruz (HERCruz), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A ação ainda pode ser estendida a outras unidades de saúde, segundo a demanda.

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Para evitar o aumento de casos graves e óbitos pela doença, a secretaria reforça a importância de completar o esquema vacinal. “Quem ainda não tomou a primeira dose ou as doses de reforço deve fazer isso o quanto antes. As vacinas são seguras e a forma mais eficaz que temos para evitar casos graves e óbitos pela Covid-19”, alerta o secretário de Saúde Alexandre Chieppe.

Segundo o painel de vacinação do estado, 80% da população fluminense acima de 5 anos recebeu a segunda dose ou dose única do imunizante. Entre pessoas de 12 anos ou mais, o índice sobe para 89%.

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