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Caso de doping do lutador Anderson Silva é esclarecido

Spider usou suplemento contaminado por uma farmácia de manipulação. Lutador pegará punição mais branda

Por Redação VEJA RIO - 19 jul 2018, 13h54

 

A punição do lutador Anderson Silva por doping passou de quatros anos para apenas um, segundo decisão da Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA). Após investigações e testes laboratoriais, ficou provado que Spider usou um suplemento de farmácia de manipulação que havia sido contaminado por duas substâncias proibidas, metiltestoterona e hidroclorotiazida, sem seu conhecimento. “Me sinto vingado”, disse o ex-campeão do peso-médio em entrevista à ESPN.

A suspensão permanece, apesar de mais branda, porque, de acordo com a USADA, os atletas devem ter total responsabilidade por tudo o que consomem. Segundo Silva, sua equipe médica foi inteiramente trocada após o incidente.

Como o lutador está suspenso desde novembro de 2017, ele está liberado para voltar a lutar no UFC já a partir de novembro deste ano. No meio tempo, vem se dedicando aos treinos e a projetos pessoais no cinema.

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