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Carta ao leitor: “Sububer”

Uber pede direito de resposta à crônica de Fernanda Torres

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 22 jun 2018, 16h29 - Publicado em 22 jun 2018, 08h00

“Diferentemente do relatado, não há “Uber pirata”. Isso é provavelmente apenas fruto do mau entendimento do episódio que explicamos a seguir: há dois anos, houve um incidente envolvendo dados cadastrais de alguns usuários e a Uber notificou os usuários afetados no Brasil. Não houve vazamento de dados, tampouco acesso a informações como números de cartão de crédito, data de nascimento ou histórico geográfico das viagens – não houve, portanto, “hackeamento” do sistema e nada que permitisse uma situação como a descrita pela colunista. Sobre o ponto que a empresa estaria permitindo a entrada de pessoas despreparadas para atuar, é importante frisar que, graças ao aplicativo, pode-se avaliar os motoristas (e os passageiros). Aqueles que tiverem uma nota menor que 4,6, são excluídos do aplicativo.”

 

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