Como será o amanhã? Rio é palco de fórum que discute desenhos de futuro
Cidade é vista como lugar ideal para encontrar estratégias prazerosas que enfrentem os desafios das próximas décadas
Tradicional território da astrologia e do tarô, o futuro cada vez mais ganha espaço na ciência — e o Rio desponta como endereço ideal para discussões nesse sentido. De sábado (22) a segunda (24), acontece o Brasil Futures Forum (BFF), primeiro do gênero na América Latina, que reúne lideranças públicas e privadas, pesquisadores, futuristas e educadores no Museu do Amanhã.
“Todos se dedicam a desenhos de futuros utópicos e regenerativos. O palco é perfeito, pois a cidade ativa o desejo de viver e desfrutar”, defende o designer Fred Gelli, que participa do debate sobre como o calor extremo está mudando o jeito de pensar o porvir. Energia, biodiversidade, saúde e tecnologia são outros assuntos em pauta.
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“Precisamos encontrar estratégias prazerosas para enfrentar os desafios das próximas décadas. É mais difícil ter esta discussão em São Paulo”, avalia Gelli, citando o case das bicicletas compartilhadas, que tomaram conta das ruas cariocas. Segundo ele, trata-se de uma bem-vinda solução que engaja pelo desfrute. “Não é só o medo que vai nos levar a ter novos comportamentos”, defende ele,
destacando a importância da biomimética, ciência que estuda formas, processos e sistemas da natureza para criar respostas inovadoras e sustentáveis para problemas humanos.





