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Após anúncio de corte, escolas de samba ameaçam não desfilar

Crivella planeja diminuir pela metade o investimento de R$ 2 milhões para investir em creches

Por Redação VEJA RIO - 13 jun 2017, 18h36

O prefeito Marcelo Crivella disse, na segunda-feira (12), que planeja cortar pela metade o investimento de R$ 2 milhões feito pelo município para as escolas de samba do Grupo Especial a partir do carnaval de 2018. A ideia é destinar os recursos para dobrar as diárias pagas por criança às creches privadas conveniadas com a prefeitura. Por conta disso, algumas agremiações não devem desfilar. Entre elas estão a atual campeã Mocidade Independente de Padre Miguel e uma das mais tradicionais Estação Primeira de Mangueira.

Comunicado da decisão, o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Luiz Castanheira discordou e pediu uma reunião do prefeito com os presidentes das escolas. O encontro, que aconteceria na segunda, não pôde ser realizado por problemas de agenda de Marcelo Crivella.

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