Anac apura se helicópteros faziam transporte clandestino de passageiros
Segundo o diretor da agência, os pilotos e as aeronaves estavam em situação regular no momento do acidente. A dúvida é se os veículos operavam irregularmente
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai investigar se os helicópteros envolvidos na colisão que matou seis pessoas no Recreio dos Bandeirantes — incluindo o cantor americano Oliver Tree (1993-2026) — realizavam transporte clandestino de passageiros.
A declaração foi feita neste domingo (14) pelo diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein. De acordo com o chefe da agência, os 2 pilotos e as 2 aeronaves estavam em situação regular no momento do acidente.
A principal dúvida da investigação, atualmente, é verificar se ao menos uma das aeronaves operava irregularmente.
“Os pilotos se encontravam em situação regular e eram bastante experientes. Inclusive, para o modelo de aeronave que estavam pilotando. E as aeronaves também se encontravam em situação regular”, disse Faierstein.
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“Porém, nós precisamos verificar se essas aeronaves — ou pelo menos uma delas, a que estava com passageiros — estavam realizando o que a gente chama de transporte aéreo clandestino. Nós temos várias denúncias e algumas investigações em curso”, completou.
O acidente aconteceu na manhã deste domingo. Segundo testemunhas, os helicópteros se chocaram no ar e caíram em um pátio com carros estacionados no Recreio dos Bandeirantes.
As 6 pessoas que estavam nas aeronaves morreram. Entre as vítimas, além do músico Oliver Tree, está o youtuber argentino Gaspi, que somavam milhões de seguidores nas redes sociais.
Também morreram no acidente Alexandre Souza, piloto brasileiro; Lucas Brito Chaves, o Lucas Frota, produtor musical brasileiro; Lucas Vignale, diretor de videoclipes argentino; e Charles Marsillac, piloto brasileiro.





