Crítica: Jacinta

✪✪✪✪ JACINTA, de Newton Moreno, Aderbal Freire-Filho e Branco Mello, a partir da obra de Newton Moreno. Comédia musical. Andréa Beltrão é a personagem do título, atriz portuguesa de meados do século XVI que simplesmente não sabe atuar. Em sua estreia, diante da rainha de Portugal, a performance oferecida é de tal maneira terrível que […]

✪✪✪✪ JACINTA, de Newton Moreno, Aderbal Freire-Filho e Branco Mello, a partir da obra de Newton Moreno. Comédia musical. Andréa Beltrão é a personagem do título, atriz portuguesa de meados do século XVI que simplesmente não sabe atuar. Em sua estreia, diante da rainha de Portugal, a performance oferecida é de tal maneira terrível que a nobre espectadora perde o ar e morre. Como punição, Jacinta é exilada no Brasil, onde vai buscar aquilo que jamais conheceu: o aplauso. Em diversos papéis, Augusto Madeira, Gillray Coutinho, José Mauro Brant, Isio Ghelman e Rodrigo França mantêm o nível das atuações nas alturas e arrancam risadas. Também no palco, um quarteto de instrumentistas escolta o elenco ao longo de treze músicas. Direção de Aderbal Freire-Filho.

 

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