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José Mariano Beltrame revela as atribulações de ser síndico do prédio da Central, que abriga a secretaria de segurança do estado. “Quando os elevadores enguiçam, meu telefone não para de tocar”

Além de administrar os índices de criminalidade e acompanhar a movimentação de um efetivo de cerca de 50 000 policiais militares no estado, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, precisa encontrar tempo para lidar, em seu dia a dia, com pormenores como o rato que roeu a fiação do sistema elétrico do prédio da […]

Por fernanda Atualizado em 25 fev 2017, 18h17 - Publicado em 13 fev 2015, 19h21

felipe-fittipaldi

Além de administrar os índices de criminalidade e acompanhar a movimentação de um efetivo de cerca de 50000 policiais militares no estado, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, precisa encontrar tempo para lidar, em seu dia a dia, com pormenores como o rato que roeu a fiação do sistema elétrico do prédio da Central, onde a secretaria está instalada, e a rara madeira de jacarandá que não foi devidamente lustrada.
É que Beltrame é o síndico do condomínio, ocupado ainda por mais duas secretarias e por um restaurante popular. Sem receber pela função, como faz questão de frisar, ele se vê às voltas, toda semana, com o mau funcionamento dos elevadores. Antigo, o maquinário requer manutenção onerosa. “Quando eles enguiçam, meu telefone não para de tocar. Não consigo trocá-los, porque são tombados, mas daqui a pouco vão é tombar de verdade”, diz.

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