Tamara Klink explica como dorme durante as navegações
Nesta terça (2), a velejadora conversou com Cissa Guimarães, no Sem Censura, sobre o início da carreira e os obstáculos que já precisou enfrentar nas águas
A paixão corre no sangue! Em uma entrevista ao programa Sem Censura, na TV Brasil, a velejadora Tamara Klink, de 28 anos, relembrou a Cissa Guimarães como foi a primeira vez que velejou sozinha e alguns dos perrengues que já enfrentou em alto mar.
“Eu fui ganhando confiança enquanto navegava, fui conhecendo melhor o barco e a mim mesma. É difícil navegar em solitário, porque você não dorme“, definiu Tamara, nesta terça-feira (2).
Nesta modalidade, o sono é feito de vinte em vinte minutos para que o tripulante possa permanecer atento aos arredores. Ao velejar sozinho por períodos que podem se estender até meses, o piloto — ou pilota, no caso — é o responsável por todas as funções necessárias para completar a viagem.
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“Na navegação em solitário a regra é: você não precisa ser excelente em tudo, mas você não pode ser ruim em nada. A corrente do barco tem a força do elo mais fraco e o navegador tem a competência das suas incompetências. Aquilo que você sabe menos vai ser o seu limitador“, explicou.
A arquiteta naval seguiu os passos do pai, o renomado navegador brasileiro Amyr Klink. Apesar do sonho ser familiar, o sucesso a levou a uma carreira independente, marcada pelo pioneirismo e pelo grande destaque internacional.
O triunfo reflete na publicação de cinco livros, incluindo o recente Bom Dia, Inverno, em que relata a atleta relata a desafiadora viagem ao Ártico. Na última terça-feira (26), a Netflix anúnciou na Rio2C que o trajeto também será tema de uma produção documental da plataforma.
A entrevista na íntegra no canal da TV Brasil no YouTube, no app TV Brasil Play e no Spotify.





