Por que Stenio Garcia afirma que está sendo roubado pelas filhas e ex-mulher

O astro de sucessos como Carga Pesada e Rei do Gado briga com família na Justiça para desfrutar do usufruto de diversas propriedades no Rio de Janeiro

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 out 2026, 12h28
À esquerda, um homem idoso de pele morena, sorrindo, usando boné xadrez cinza e suéter de losangos roxos. À direita, uma mulher loira de maquiagem forte, batom vermelho e brincos grandes, com a mão no queixo
Casos de família: Stênio Garcia expõe disputa judicial com ex-esposa, Clarice Piovesan, e duas filhas nas redes sociais. (Alex Carvalho/TV Globo; @ClaricePiovesan/X/Reprodução)
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“Eu estou sendo roubado dos meus direitos de usufruto desde 2018. E minhas filhas e a mãe delas não querem me devolver este direito, isso é justo?“, questiona Stênio Garcia num vídeo para as redes sociais

A disputa judicial continua entre o ator e as duas filhas, Cássia e Gaya Piovesan, e a ex-esposa, Clarice Piovesan, não é novidade, mas nesta quinta-feira (15) o artista levou a denúncia ao Instagram.

Em maio deste ano, a justiça determinou que Garcia recebesse 5000 reais mensais por um apartamento em Ipanema. Apesar de ter doado o imóvel à antiga parceira décadas atrás, o artista manteve o usufruto vitalício da propriedade. Agora, ele revela ter dado outras propriedades às herdeiras.

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“Não foi só esse imóvel que comprei ao longo dos anos, mas a casa em Friburgo, que foi vendida para pagar a mãe delas que me processou em 1994. O apartamento do Leblon, vendido e divido com a mãe delas, comprei sítio em Xerém no nome delas, duas salas comerciais com garagem em Copacabana no nome delas, mas elas dividem os aluguéis com a mãe delas e não comigo que dei o dinheiro”, queixou-se na legenda.

O texto que companhava o vídeo trazia ainda detalhes da divisão: “comprei uma cobertura na Bandeirantes no nome delas, comprei um apartamento na Nascimento Silva com meu dinheiro e dei 25% para cada uma, fiquei com 25 % e os outros 25% tive que dar para mãe delas como pagamento do processo de 1994 onde a mãe delas me processou por causa de uma reportagem que nem havia mencionado ela, mas todos sabiam e saiu na matéria”.

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“Além de eu ter 25% da Nascimento Silva e também não ter acesso a minha parte desse bem, cadê o meu usufruto que é um direito inalienável e inafiançável? Elas não respeitam a mim, não respeitam as leis e nem a Justiça”, complementa.

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O ator ainda pontuou a existência de uma ordem judicial para depósito, que ainda não foi cumprida. Segundo Garcia, o plano de saúde dele está sendo pago pelo sogro de 99 anos.

“Eu não quero nada de ninguém, mas preciso do que é meu de direito, sou um idoso de 94 anos e isso também é crime contra um idoso”, denunciou.

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“Quem trabalhou por toda uma vida, fui eu. Elas só trabalharam quando dei três lojas e confecção com máquinas industriais e, mesmo assim, faliram após 10 anos!“, contou.

No fim, ele questionou: “Eu pergunto: Isso é justo? Se resguardar de usufruto vitalício não vale de nada perante as leis brasileiras? Vale dizer que esse usufruto é todo meu e não tem nenhuma metade da mãe delas. Aguardo que a Justiça faça valer o meu direito. Isso é revoltante demais!”

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Confira o texto na íntegra:

“Há mais de um ano, tive que entrar na justiça para reaver o meu direito de usufruto que me foi roubado. Infelizmente, mesmo na justiça, as minhas filhas e a mãe delas, não querem devolver o meu direito. Quem trabalhou por toda uma vida, fui eu. Elas só trabalharam, quando dei três lojas, confecção com máquinas industriais e mesmo assim, faliram após 10 anos! Não foi só esse imóvel que comprei ao longo dos anos, mas a casa em Friburgo que foi vendida, para pagar a mãe delas que me processou em 1994. O apartamento do Leblon, vendi e divido com a mãe delas, comprei Sítio em Xerem no nome delas, duas salas comerciais com garagem em Copacabana no nome delas, mas elas dividem os aluguéis com a mãe delas e não comigo que dei o dinheiro, comprei uma cobertura na Bandeirantes no nome delas, comprei um apartamento na Nascimento Silva com meu dinheiro e dei 25% para cada uma, fiquei com 25 % e os ouros 25%, tive que dar para mãe delas como pagamento do processo de 1994 onde a mãe delas, me processou por causa de uma reportagem que nem havia mencionado ela, mas todos sabiam e saiu na matéria. Enfim, além de eu ter 25% da Nascimento Silva e tb não ter acesso a minha parte desse bem, cadê o meu usufruto que é um direito inalienável e inafiançável. Elas não respeitam a mim, não respeitam as leis e nem a justiça. Já houve ordem judicial para depósito, mas até agora nada. É justo eu ter plano de saúde pago pelo meu sogro de 99 anos? Eu não quero nada de ninguém,mas preciso do que é meu de direito, sou um idoso de 94 anos e isso tb é crime contra um idoso. Eu pergunto,isso é justo? Se resguardar de usufruto vitalício não vale de nada perante as leis brasileiras? Vale dizer, que esse usufruto é todo meu e não tem nenhuma metade da mãe delas. Aguardo que a justiça faça valer o meu direito. Isso é revoltante demais!

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