Por que as roupas de látex vêm fazendo sucesso na Copa do Mundo
Tendência conquistou adeptas como Deborah Secco, Ludmilla, Malu Borges e Brunna Gonçalves
O Brasil Core está a todo vapor. A tendência de vestir peças de roupas nas cores verde e amarela — que fisgou turistas estrangeiros até mesmo antes da Copa do Mundo — ganhou uma versão, digamos, mais compacta. Com o mundial, surgiram modelos emborrachados que conquistaram adeptas como Deborah Secco, Ludmilla, Malu Borges, Brunna Gonçalves, entre outras. Quem assina os looks das famosas é a estilista mineira Cece Hamali.
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Confeccionadas em látex, as peças super justas com toque sensual viralizaram nas redes sociais em vídeos no estilo “arrume-se comigo”. O motivo é simples: é preciso colocar talco na parte interna da roupa para facilitar a aderência. Depois de vestida, vem o acabamento com um banho de produtos lubrificantes (óleo ou spray) para reforçar o brilho.
A origem do estilo também está provocando frisson. O material é tradicionalmente associado à cultura rubber — fetiche relacionado ao uso de látex em roupas e acessórios — comuns às comunidades LGBTQIA+ e BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo). Além da estética, a experiência tátil é diferenciada. Vai que cola!





