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Porta dos Fundos: ‘A censura perdeu de novo’, diz advogado

Justiça mantém arquivamento da ação bilionária movida por igreja contra o grupo; 'Mais uma vitória', comemora Marcelo Goyanes, que representa a Netflix

Por Cleo Guimarães Atualizado em 17 nov 2020, 15h46 - Publicado em 17 nov 2020, 15h09

Não deu em nada até agora a ação movida pela igreja evangélica Templo Planeta do Senhor contra o grupo Porta dos Fundos e a Netflix. O Tribunal de Justiça do Rio manteve a sentença da 24ª Vara Cível, que havia extinto uma ação civil pública contra a plataforma de streaming – a organização religiosa pedia 1 bilhão de reais de indenização por supostos danos morais sofridos pela exibição do especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”.

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“Essa é a quarta vez que o mesmo advogado tenta nos censurar pedindo indenizações bilionárias. Já ganhamos duas e as outras estão caminhando para o mesmo desfecho”, diz Marcelo Goyanes, advogado da Netflix.

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No início deste ano, por decisão do desembargador Benedicto Acicair, do TJRJ, o especial teve sua exibição suspensa na Netflix, atendendo a uma ação movida pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura. Graças a uma decisão do ministro Dias Toffoli, do STF, no entanto, o conteúdo não chegou a sair do ar.

 

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