Clique e assine por apenas 3,90/mês

Maitê Proença, sobre peça com tragédias pessoais: ‘Sem detalhes macabros’

Espetáculo prorrogado até o fim do mês toca em temas delicados, como o assassinato da mãe a facadas pelo pai, o suicídio dele e também de um irmão

Por Cleo Guimarães - Atualizado em 16 out 2020, 13h38 - Publicado em 16 out 2020, 07h00

Aos 62 anos, Maitê Proença está em cartaz com a peça on-line O Pior de Mim, que teve a temporada prorrogada até o fim do mês. O espetáculo inédito revisita a história de sua vida, sem deixar de tocar em temas delicados, como o assassinato da mãe a facadas pelo pai, por ciúme, quando ela tinha 12 anos, o suicídio dele e também de um irmão. Maitê falou a VEJA RIO sobre as tragédias.

Vai Anitta: nova temporada de reality da cantora já tem data de estreia

Como foi lidar com tantas perdas? Não tive outra vida, tive essa. E nela fiz a opção pela alegria. Não houve outro jeito a não ser mergulhar, entender e me salvar.

As aulas de bijouteria do professor Antonio Bernardo

Quando percebeu que estava preparada para falar sobre esses assuntos publicamente? Na peça, eu não descrevo os detalhes macabros. Acho que até hoje não estou preparada para falar disso, a não ser através do teatro e da literatura. Por intermédio deles, a minha experiência pode levar a reflexões que sirvam para toda gente.

Continua após a publicidade

Ex-amigo de Marcio Garcia move processo milionário contra o ator

A peça carrega uma mensagem? Sim. O mundo está devastado pela mentira. Todos mostram o que imaginam ser a parte mais vitoriosa de si e, quando não é possível, mentem e destroem a vida do vizinho, na esperança de que, achatando o outro, possam sobressair em sua mediocridade.

Paolla Oliveira: ‘Explodo de vez em quando, mas é normal’

A atriz Maria Zilda disse que você só faz lives pagas porque “gosta muito de dinheiro”. O que a levou a fazer este comentário? Ela tem feito algo construtivo ou apenas difamado a vida de quem sempre a ajudou? Eu não pude atendê-la quando me convidou para uma live e ela se tomou de ódio. Ou então foi mordida por um cachorro bravo. Vai saber.

+ Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui

Continua após a publicidade
Publicidade